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Brasil no G20: país fica atrás no quesito segurança

Brasil ocupa a 25ª posição em segurança no G20, mas lidera em transição energética.
Brasil no G20
(Foto: Jose Cruz/Agência Brasil).

O Brasil, atualmente à frente do G20, grupo formado pelas principais economias do mundo, encontra-se em uma posição delicada em termos de segurança pública, ficando atrás de grande parte dos países membros e convidados, conforme revela um estudo da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro). Por outro lado, o país mostra-se promissor no âmbito da transição energética, destacando-se entre os líderes.

A análise feita pela Firjan coloca o Brasil em uma situação preocupante, na 25ª posição entre 27 nações avaliadas em segurança pública. Este resultado reflete dados alarmantes como a taxa de homicídios e a percepção de segurança pela população. Com apenas 48% dos brasileiros se sentindo seguros à noite e uma taxa de 22,38 homicídios por 100 mil habitantes, o país atinge somente 34% das metas de segurança estipuladas pela ONU.

Segundo o gerente de Infraestrutura da Firjan, Isaque Ouverney, a importância de abordar tanto a criminalidade objetiva quanto a sensação subjetiva de segurança. Ressalta-se a necessidade de uma abordagem integrada para melhorar esses índices, envolvendo todas as esferas de governo e ações de conscientização da população.

Reflexo nos investimentos

A segurança pública não é apenas uma questão social, mas também um fator crucial para a competitividade econômica. Regiões com baixos índices de segurança enfrentam dificuldades em atrair e reter investimentos, afetando diretamente a geração de empregos e o desenvolvimento econômico. De acordo com Isaque Ouverney, há a necessidade de políticas integradas e ações legislativas para combater o mercado ilegal e promover a segurança.

Liderança em transição energética

Em contraste com os desafios na segurança, o Brasil se destaca positivamente no ranking de oportunidades de transição energética. Com 87% de sua capacidade elétrica proveniente de fontes renováveis e uma matriz energética diversificada, o país alcança 90,6% das metas dos objetivos do milênio da ONU. Ouverney enfatiza o papel do Brasil na vanguarda da transição energética e a necessidade de modernização e aperfeiçoamento legal para a expansão de novas fontes de energia.

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