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Inflação do aluguel perde força depois de seis meses

Índice crucial para reajustes de aluguéis, cai para 0,07% em janeiro, com deflação de 3,32% em 12 meses.
inflação do aluguel
(Foto: Arquivo/Agência Brasil).
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A inflação que afeta diretamente os contratos de aluguel, conhecida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), apresentou desaceleração em janeiro, atingindo apenas 0,07%. Este indicador, amplamente utilizado para o reajuste de aluguéis e diversos outros serviços, mostra uma mudança após seis meses consecutivos de alta. A Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela divulgação destes dados, apontou também que, no acumulado dos últimos 12 meses, o índice registrou uma deflação de 3,32%, indicando uma inflação negativa.

Análise detalhada do índice

O IGP-M de janeiro destaca uma inversão na tendência de alta que vinha sendo observada desde julho de 2023. Em dezembro, o índice havia registrado uma alta de 0,74%, evidenciando uma desaceleração no início deste ano. Este índice compreende três componentes principais: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que reflete os preços no atacado; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que captura o custo da cesta de consumo das famílias; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que mede os custos na construção civil.

Componentes e efeitos

No segmento do atacado, o IPA demonstrou uma redução de 0,09%, exercendo uma pressão decrescente sobre o IGP-M. A queda nos preços de importantes matérias-primas brutas, como a soja, o minério de ferro e o milho, desempenhou um papel crucial nesta desaceleração. Especificamente, a soja, que antes mostrava uma alta de 2,03%, registrou uma significativa queda de 5,98%. Da mesma forma, o aumento no preço do minério de ferro diminuiu de 4,63% para 2,87%, e o milho viu sua taxa de crescimento reduzir de 11,30% para 6,22%.

No que se refere ao consumo das famílias, o IPC subiu para 0,59%, marcado principalmente pelo aumento nos preços dos alimentos. Este aumento reflete as típicas questões de oferta que afetam os alimentos in natura durante certas estações do ano. Por outro lado, o INCC manteve-se relativamente estável, com uma ligeira variação de 0,26% para 0,23%.

O IGP-M é amplamente reconhecido como a “inflação do aluguel”, devido à sua utilização frequente no reajuste anual dos contratos de locação residencial e comercial. Além disso, serve como indexador para contratos em diversos setores, incluindo energia elétrica, telefonia, educação e planos de saúde. A desaceleração observada em janeiro oferece um respiro para inquilinos e empresas, que poderão contar com reajustes menos onerosos em seus contratos.

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