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Queda da Selic barateia pouco crédito e prestações, diz Anefac

Segundo a Anefac, a redução da Selic proporcionará economia modesta em créditos e financiamentos.
queda da selic
(Foto: Tânia Rego/Agência Brasil).

A recente decisão do Banco Central de reduzir a taxa Selic para 11,25% ao ano, anunciada nesta quarta-feira (31/1), promete um alívio modesto no custo do crédito e das prestações, conforme indica a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A expectativa é que o consumidor final não perceba grandes mudanças com a queda da Selic. Isso se deve à ampla margem entre a taxa básica e os juros efetivos a longo prazo, minimizando o impacto do corte nas taxas.

De acordo com a Anefac, a taxa média de juros para o consumidor individual deve cair ligeiramente, de 121,29% para 120,30% ao ano. Para o setor empresarial, a expectativa é uma redução de 57,84% para 57,11% ao ano. Essas variações refletem a diminuição da Selic de 11,75% para 11,25%.

Na prática, a economia para o consumidor será modesta. Por exemplo, ao financiar uma geladeira de R$ 1,5 mil em 12 vezes, o comprador economizará apenas R$ 0,39 por parcela. Da mesma forma, o uso do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito por períodos curtos resultará em uma pequena economia de centavos. Empréstimos pessoais e financiamentos de automóveis também terão reduções mínimas nas parcelas, destacando o efeito limitado da queda da Selic.

Para as empresas, a redução da Selic resulta em uma economia um pouco maior em operações como empréstimos de capital de giro e desconto de duplicatas. No entanto, essa economia ainda é modesta quando consideramos os valores absolutos.

Análise sobre a poupança

Quanto à poupança, a Anefac ressalta que seu rendimento continua inferior ao de fundos de investimento, exceto em cenários específicos com taxas de administração elevadas. A vantagem dos fundos persiste, mesmo considerando impostos e taxas, uma vez que a poupança rende 6,17% ao ano mais a Taxa Referencial, aplicável quando a Selic supera 8,5%. Portanto, mesmo com a redução da Selic, a poupança segue menos atrativa em comparação a outras opções de investimento, especialmente para aplicações de curto e médio prazo.

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