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Aumento de preços preocupa 60% da população da Argentina

Mais de 60% dos argentinos preocupados com aumento constante de preços. Pesquisa revela visões divergentes sobre a administração de Milei e expectativas de consumo.
Cesta básica - Supermercado - Varejo
(Foto: Valter Campanato/AgênciaBrasil)
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Uma pesquisa recente realizada pelo instituto AtlasIntel revelou que a situação econômica na Argentina está gerando preocupação generalizada entre os argentinos. Nos últimos seis meses, mais de 60% dos entrevistados observaram aumentos de preços em produtos e serviços que costumam consumir, sendo que mais de 88% consideram a situação econômica atual como ruim.

Os resultados da pesquisa indicam que os preços subiram para a maioria dos argentinos, com 62,1% relatando aumentos de mais de 50%. Além disso, 88% dos entrevistados expressaram uma percepção negativa da economia do país, ou seja, um aumento desde novembro do ano anterior.

Quando questionados sobre as expectativas futuras, 47% dos argentinos acreditam que a situação econômica vai piorar nos próximos seis meses, enquanto 43% permanecem otimistas. Da mesma forma, mais da metade dos entrevistados teme que a situação do mercado de trabalho se deteriore, com 52% prevendo uma piora.

Em relação à administração do presidente Javier Milei, a pesquisa revela uma divisão quase igual entre aprovação e desaprovação, com 47,7% dos argentinos apoiando o governo e 47,6% expressando descontentamento. A popularidade de Milei é mais evidente entre homens e entre os extremos de idade, especialmente entre os mais jovens e os mais velhos.

No entanto, a percepção sobre a gestão de Milei é polarizada, com 45,1% considerando o governo ruim ou muito ruim, enquanto 43,5% o veem como bom ou excelente. Em termos de imagem positiva entre os políticos, Milei lidera com 47%, embora ainda enfrente uma percepção negativa de 51%.

Expectativas

Quando se trata de perspectivas de consumo, a pesquisa revelou que a maioria dos argentinos planeja reduzir nas compras de bens duráveis nos próximos seis meses, com 57,6% indicando uma intenção de consumir menos. No entanto, uma parcela importante, 21,3%, planeja aumentar os gastos nesse aspecto.

Houve também uma mudança nas percepções sobre a dolarização da economia, com 36,8% dos entrevistados acreditando que o presidente Milei vai implementar essa medida, uma redução em comparação aos números anteriores. Quanto às iniciativas de Milei para desregular a economia, como o megadecreto assinado recentemente, 49% dos argentinos se mostraram a favor, enquanto 46% expressaram oposição.

Por fim, mais da metade dos entrevistados apoia a dolarização, com 52% concordando com essa medida, enquanto 35% são contrários. Os resultados refletem as complexidades e desafios enfrentados pela Argentina em meio a um cenário econômico em constante mudança.

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