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QI Tech revoluciona no setor de terceirização bancária

Fintech planeja emitir R$ 20 bi em créditos. (Foto: Ono Kosuki/Pexels)
Fintech planeja emitir R$ 20 bi em créditos. (Foto: Ono Kosuki/Pexels)

Desde sua fundação em 2018, a QI Tech emergiu como uma fintech no segmento de banking as a service, apesar dos desafios iniciais em marketing e captação de investimentos. Os fundadores Marcelo Bentivoglio, Pedro Mac Dowell e Marcelo Buosi enfrentaram o desafio de crescer a empresa com recursos próprios, concentrando-se no desenvolvimento de uma tecnologia robusta que gerasse caixa desde o início.

Primeiros passos e reconhecimento

A estratégia discreta inicialmente adotada pela equipe de fundação começou a mudar em 2021, com a captação de uma série A de R$ 270 milhões, elevando o valuation da empresa para R$ 1 bilhão. Esse momento marcou a entrada de investidores institucionais de peso e aumentou a visibilidade da QI Tech no cenário nacional e internacional.

Avanço tecnológico e expansão de serviços

Focada em expandir sua oferta de serviços, a QI Tech buscou complementar seu portfólio através de aquisições estratégicas, como a da corretora Singulare. Esses movimentos visam fornecer um leque completo de serviços financeiros para empresas não financeiras, indo além dos produtos tradicionais de crédito e transacionais, para incluir soluções em câmbio e seguros.

Atendendo clientes renomados como Vivo e 99, a QI Tech expandiu significativamente sua base de clientes corporativos. A projeção de emitir R$ 20 bilhões em créditos em 2024 sublinha o impacto crescente da fintech no mercado, refletindo sua capacidade de inovação e a eficácia de sua estratégia de negócios.

Outras empresas

No Brasil, as fintechs têm democratizando o acesso a serviços que antes eram exclusivos de bancos tradicionais. Uma dessas inovadoras é a Nubank, que se destaca por oferecer uma experiência de usuário simplificada e sem taxas abusivas em produtos como cartões de crédito e contas digitais. Com mais de 40 milhões de clientes, a Nubank contribuiu significativamente para a inclusão financeira no país, atingindo principalmente aqueles que estavam à margem do sistema bancário tradicional.

Outra fintech é o PicPay, um aplicativo que começou focado em simplificar pagamentos entre pessoas e rapidamente se expandiu para oferecer uma ampla gama de serviços financeiros, incluindo carteira digital, pagamentos de contas, transferências e até mesmo investimentos. Com sua interface amigável e foco na experiência do usuário, o PicPay transformou a maneira como os brasileiros interagem com dinheiro, estimulando a adoção do pagamento digital em um país que ainda dependia fortemente de transações em dinheiro físico.

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