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Marfrig encerra 2023 com lucro de R$ 12 milhões

Marfrig encerrou 2023 com lucro de R$ 12 mi, revertendo prejuízo. BRF foi fundamental. Resultados EUA limitaram desempenho.
Se a operação para a Minerva comprar a Marfrig for concluída, aumentará sua capacidade de abate e desossa para 42.439 cabeças por dia. - Marfrig
Fachada de uma unidade da Marfrig (Imagem: divulgação/Marfrig)

A Marfrig (MRFG3) encerrou o quarto trimestre de 2023 com lucro líquido de R$ 12 milhões. Então, a empresa reverteu o prejuízo de R$ 628 milhões no mesmo período de 2022, graças ao suporte da BRF (BRFS3), a principal acionista.

A empresa de carne bovina registrou crescimento de 30,3% no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), atingindo R$ 2,9 bilhões no último trimestre do ano passado. No entanto, a receita líquida apresentou queda de 2,2%, totalizando R$ 36,6 bilhões.

A BRF foi fundamental para a Marfrig. A empresa contribuiu com R$ 823 milhões de lucro e R$ 1,9 bilhão de Ebitda no quarto trimestre. Assim, possibilitando à empresa interromper uma sequência de quatro trimestres consecutivos de prejuízos.

“Com a contribuição da BRF representando 64% do Ebitda da Marfrig no quarto trimestre de 2023, acreditamos que a BRF continuará entregando resultados fortes em 2024”, afirmou David Tang, CFO da Marfrig.

Os resultados da operação de bovinos nos Estados Unidos limitaram o desempenho. O Ebitda da operação norte-americana recuou 44,7%, para US$ 79 milhões no último trimestre. Além disso, houve uma margem de 2,6%.

Tim Klein, CEO da operação da Marfrig na América do Norte, previu que as margens nos Estados Unidos serão de um dígito baixo em 2024, melhor do que o ciclo anterior de baixa disponibilidade de gado.

“A oferta de animais para abate só deverá alcançar um patamar mais elevado em 2026, por isso já desembolsamos US$ 800 milhões nos últimos anos em investimentos, com metade desse valor voltado para redução de custos operacionais”, explicou Klein.

América do Sul

Enquanto isso, na América do Sul, o aumento das unidades habilitadas a exportar, o câmbio favorável, o ciclo de aumento da oferta de gado e o crescimento da participação dos produtos de valor agregado contribuíram para o crescimento das operações. O Ebitda da região cresceu 38%, atingindo R$ 732 milhões.

“Em 2023, 40% das vendas de carne desossada foram com uma de nossas marcas, o que garante um maior valor agregado. No ano passado, a participação foi de 30% da receita da companhia”, revelou Rui Mendonça, CEO da operação da América do Sul.

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