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Chuvas no Rio Grande do Sul custam R$ 275 milhões em danos

Tempestades causam grandes prejuízos em infraestrutura no Rio Grande do Sul.
chuvas rio grande do sul
Acesso ao município de Santa Maria no RS (Foto: Mauricio Tonetto/Secom).

As recentes chuvas no Rio Grande do Sul resultaram em mais de R$ 275 milhões em prejuízos. Este valor inclui danos em infraestrutura, habitação e setores privados, segundo informações da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

 

No setor público, os danos somam R$ 59,9 milhões, com infraestrutura sendo a mais afetada. Nesta área, os prejuízos chegam a R$ 29,5 milhões, destinados principalmente para a reconstrução de pontes, estradas e sistemas de drenagens urbanas. Outros setores também foram impactados, incluindo o sistema de esgotamento sanitário e o abastecimento de água, com perdas de R$ 7,5 milhões e R$ 2,1 milhões, respectivamente.

Os principais setores afetados foram:

  • Obras de infraestrutura: R$ 29,5 milhões em prejuízos;
  • Sistema de esgotamento sanitário: R$ 7,5 milhões em prejuízos;
  • Assistência médica emergencial: R$ 6,7 milhões em prejuízos;
  • Abastecimento de água: R$ 2,1 milhão em prejuízos;
  • Limpeza Urbana e remoção de escombros: R$ 2,1 milhões em prejuízos;
  • Sistema de ensino: R$ 1,5 milhão em prejuízos;Sistema de transporte: R$ 1,4 milhão em prejuízos;
  • Geração e distribuição de energia elétrica: R$ 1,4 milhão em prejuízos.

 

A parte habitacional também foi severamente afetada, com mais de 10.193 casas danificadas ou destruídas, representando um custo de R$ 115,6 milhões. Até o momento, 300 municípios foram atingidos pelas chuvas, o que corresponde a mais de 60% dos municípios do estado.

No setor privado, as perdas estão avaliadas em R$ 99,8 milhões, com a agricultura sendo a mais prejudicada, somando R$ 71,4 milhões em prejuízos. Outros setores como indústria, pecuária e comércios locais também registraram perdas elevadas.

Além dos danos materiais, as chuvas têm um impacto humano severo. A Defesa Civil do estado atualizou os números, apontando 57 mortes confirmadas e 67 pessoas desaparecidas. Além disso, há 32.640 desalojados e 9.581 pessoas em abrigos temporários.

Os serviços essenciais também enfrentam desafios. A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) Equatorial e a RGE Sul relataram que 350 mil localidades estão sem energia elétrica. A Corsan, companhia de saneamento, informou que 860,9 mil pessoas estão sem acesso a água tratada.

As infraestruturas de transporte foram particularmente afetadas, com 128 trechos de rodovias apresentando bloqueios totais ou parciais. Este cenário desafiador também levou à suspensão das aulas em toda a rede estadual de ensino, afetando quase 200 mil estudantes.

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