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Dólar cai à espera da ata do Copom e inflação nos EUA

Dólar registra queda moderada aguardando novidades do Copom e dados de inflação americana.
Cédulas de dólar- Trilionário — Foto: Pexels
Cédulas de dólar (Imagem: Pexels)

Nesta segunda-feira (13), o dólar operou com uma leve queda, refletindo a postura cautelosa dos traders que aguardam a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e os dados recentes sobre a inflação nos Estados Unidos. A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,150 para compra e R$ 5,151 para venda, uma redução de 0,13%.

Os contratos futuros do dólar também apresentaram uma baixa, com o primeiro vencimento recuando 0,30% para 5.159 pontos até as 17h35, horário de Brasília. A movimentação no mercado cambial acontece em meio a um cenário de ansiedade e análises sobre as futuras políticas monetárias tanto no Brasil quanto nos EUA.

No cenário local, o Banco Central do Brasil atuou com a rolagem de 12 mil contratos de swap cambial tradicional com o vencimento de 1º de julho de 2024. A operação faz parte das estratégias para manter a estabilidade cambial frente às incertezas do mercado.

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No decorrer do dia, o dólar oscilou entre a estabilidade e uma queda mais expressiva. Após um início de dia com a cotação mínima de R$ 5,1237, o dólar à vista viu alguns investidores realizarem lucros, impulsionados pelo recuo da moeda frente a outras divisas internacionais. No entanto, durante a tarde, a divisa voltou a se aproximar da estabilidade, em um contexto de expectativas pelas importantes atualizações econômicas dos EUA e pela ata do Copom.

As flutuações do dólar foram marcadas pela cautela predominante no mercado, que aguarda esclarecimentos sobre a recente divisão interna no Copom. No último encontro, houve um claro desacordo entre os membros sobre a redução da taxa básica Selic, evidenciando uma divisão de opiniões que reflete nas expectativas de política monetária futura.

Analistas e profissionais de mercado consultados sugerem que a ata do Copom poderá confirmar ou dissipar os receios de uma postura mais tolerante do Banco Central com a inflação a partir de 2025. A perspectiva vem no rumo das recentes nomeações ao Copom pelo governo Lula, cujas inclinações políticas e econômicas podem influenciar as decisões futuras, impactando diretamente na cotação do dólar e nas expectativas de juros.

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