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Equitas se transforma em Drýs Capital e foca em crédito privado

Equitas agora é Drýs Capital, expandindo com crédito privado.
A frente da Drýs Capital, Luis Felipe Amaral foca em crédito privado. (Imagem: Reprodução/YouTube)
A frente da Drýs Capital, Luis Felipe Amaral foca em crédito privado. (Imagem: Reprodução/YouTube)
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Fundada em 2006 por Luis Felipe Amaral, a Equitas Investimentos foi rebatizada recentemente como Drýs Capital. Em 2023, a gestora adicionou uma vertical de crédito privado e de infraestrutura.

Histórico de crescimento

Em 2020, a Equitas entrou no mercado de venture capital com o Equitas VC, um fundo de R$ 20 milhões, focado em ‘early stage’. Ricardo Colin, ex-Indosuez Wealth Management, ingressou como sócio, trazendo sua vasta experiência em fundos de crédito no Brasil.

Integração e sinergia

Sérgio Omati, sócio desde 2010, lidera a análise de crédito. Além disso, a Drýs trouxe Paulo de Oliveira de Machado, ex-Warren e XP, para reforçar a equipe de gestão. Por fim, Luis Filipe Amaral destaca a sinergia entre as equipes de crédito e ações, que agregam valor às avaliações de investimentos.

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Desafios e perspectivas

Após as mudanças na legislação de títulos, o mercado de capitais deve ocupar a lacuna deixada pelo governo e BNDES. A Drýs Capital busca equilibrar novas estratégias com a melhoria contínua das operações atuais, sem avançar indiscriminadamente em novas áreas.

Situação de crédito no Brasil no 1T24

No primeiro trimestre de 2024, o mercado de crédito no Brasil registrou recordes tanto em captação quanto em rendimento nos fundos de crédito privado e debêntures incentivadas. Isso ocorreu após as restrições do Conselho Monetário Nacional (CMN) às emissões de títulos bancários.

Captações e fundos de crédito

Entre janeiro e março de 2024, as dez maiores captações em fundos de debêntures incentivadas incluíram assets de grandes instituições financeiras como Itaú, Kinea, Bradesco, Safra e BTG Pactual. Nesse sentido, em crédito privado comum, a maior parte dos fundos também foi captada por grandes bancos, incluindo Itaú, Bradesco, BTG, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Safra, Kinea e Santander.

Impacto das restrições do CMN

As restrições do CMN afetaram os vencimentos de LCIs e LCAs, que passaram de prazos mínimos de 90 dias para 12 meses (LCI) e nove meses (LCA). Além disso, essa mudança reduziu a atratividade desses papéis, especialmente para o varejo. Analogamente, dados da B3 mostram uma queda no estoque desses papéis em fevereiro e março de 2024, marcando a primeira diminuição desde o primeiro semestre de 2021.

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