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Ibovespa encerra em baixa pelo quinto dia seguido

Ibovespa cai pelo quinto dia seguido com a desvalorização das commodities, impactando ações da Petrobras e mineradoras.
Fachada da sede da Bolsa de Valores do Brasil (B3).
Sede da Bolsa de Valores do Brasil (Imagem: divulgação)

O Ibovespa registrou a quinta queda consecutiva nesta terça-feira (4), encerrando o dia com uma baixa de 0,19%, fechando a 121.802,06 pontos. O desempenho negativo foi fortemente influenciado pela baixa no preço das commodities, que pesou sobre diversas ações do índice.

Frente à queda do preço do petróleo, as ações da Petrobras (PETR3;PETR4) recuaram 0,57% para ações ordinárias e 1,11% para preferenciais. As junior oils também não escaparam: Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) fecharam com baixas de 0,68% e 3,12%, respectivamente. As mineradoras Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e CSN Mineração (CMIN3) sofreram quedas de 1,02%, 1,14% e 2,69%, refletindo a desvalorização do minério de ferro.

Os fluxos divulgados pela B3 indicaram uma saída de R$ 1,6 bilhão de capital estrangeiro e R$ 3,1 bilhões de capital institucional em maio. Em contrapartida, o investidor pessoa física apresentou um fluxo positivo de R$ 2,4 bilhões no mesmo período.

O resultado do PIB brasileiro, divulgado no mesmo dia, apresentou uma alta acima das expectativas do mercado. O resultado impactou a curva futura de juros, que observou um leve aumento em todos os vértices. Assim, o cenário afetou setores de consumo, mas trouxe uma leve alta aos papéis do Itaú e Bradesco, que figuraram entre os maiores volumes negociados do dia, embora sem valorização expressiva de preço.

Maiores altas e baixas do Ibovespa

Entre as maiores altas do dia, a Embraer (EMBR3) disparou 2,59%, impulsionada por um acordo de R$ 7 bilhões com a companhia aérea estatal mexicana para a venda de 20 aeronaves. A SLC Agrícola (SLCE3) também fechou em alta de 3,04% devido à elevação de recomendação por parte de algumas casas de análise, que avaliaram as perspectivas para a safra 2023/2024 como positivas.

Na ponta negativa, os papéis de varejo sofreram quedas acentuadas: Casas Bahia (BHIA3) recuou 9,03%, Magazine Luiza (MGLU3) caiu 8,12% e Pão de Açúcar (PCAR3) teve uma baixa de 4,22%. A alta da curva de juros futura desvalorizou o setor, afetando negativamente o cenário de consumo cíclico devido ao aumento do custo de crédito.

Apesar da divulgação positiva do Índice de Gerentes de Compras (PMI) da China, o minério de ferro caiu. Além disso, a China enfrentou problemas com construtoras passando por prejuízos, o que impactou negativamente a produção e o preço do minério de ferro. A incerteza nos juros dos Estados Unidos e da Europa agravou ainda mais os preços das commodities. A situação pode melhorar se a China apresentar resultados mais fortes na economia e os incentivos começarem a surtir efeito em relação aos juros.

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