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Bolsas Europa fecham em alta com corte de juros pelo BCE

BCE decide cortar juros em 25 pontos-base

Europa - Euro - Europeia - Bolsas Europeias
(Imagem: Pixabay)

As bolsas da Europa fecharam em alta nesta quinta-feira (6), após o Banco Central Europeu (BCE) decidir cortar as taxas de juros em 25 pontos-base. Os investidores já antecipavam amplamente a medida, mas o BCE ainda não definiu os próximos passos para o relaxamento monetário.

O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 0,68%, fechando a 524,75 pontos.

  • Em Londres, o FTSE 100 aumentou 0,47%, alcançando 8.285,34 pontos.
  • Em Frankfurt, o DAX avançou 0,41%, chegando a 18.652,67 pontos.
  • Em Paris, o CAC 40 teve alta de 0,42%, encerrando a 8.040,12 pontos.
  • Em Milão, o FTSE MIB ganhou 0,95%, marcando 34.834,30 pontos.
  • Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,80%, finalizando a 11.444,00 pontos.
  • Lisboa foi a exceção, com o PSI 20 caindo 0,24%, fechando a 6.814,45 pontos.

 

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O BCE afirmou em comunicado que agora é apropriado moderar o grau de restrição da política monetária, mas destacou que manterá as taxas em níveis suficientemente restritivos pelo tempo necessário. Christine Lagarde, presidente do BCE, reiterou que as decisões de juros na zona do euro seguirão dependentes de dados. Sendo assim, ela enfatizou que manterão a política restritiva pelo tempo necessário para garantir o retorno da inflação à meta.

Revisão das projeções de inflação

A equipe técnica do BCE revisou para cima as projeções do índice de preços ao consumidor (CPI) na zona do euro para 2024 e 2025. Espera-se que o CPI avance 2,5% em 2024, comparado a 2,3% previstos anteriormente. Para 2025, ajustaram a projeção de 2,0% para 2,2%, mantendo a previsão de 1,9% para 2026. As expectativas de inflação recuaram em todos os horizontes, indicando uma melhora na perspectiva para os preços no bloco.

Segundo fontes da Bloomberg, dirigentes do BCE excluem quase completamente a possibilidade de um segundo corte na taxa de juros em julho, e alguns questionam se seria prudente reduzir na reunião seguinte, em setembro. A discussão na reunião monetária desta quinta-feira quase não considerou a chance de relaxar a política monetária novamente no próximo mês, e não há consenso sobre a decisão de setembro, quando o BCE publicará nova rodada de projeções trimestrais.

Contudo, na zona do euro, as vendas no varejo recuaram em abril comparado a março, contrariando previsões de avanço. Na Alemanha, as encomendas à indústria também sofreram uma queda inesperada no mesmo período, sinalizando desafios econômicos adicionais que podem influenciar futuras decisões do BCE.

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