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Alta do dólar alcança R$ 5,519 após declarações de Lula

Dólar sobe a R$ 5,519 após falas de Lula, maior valor desde janeiro de 2022, refletindo preocupações fiscais e postura do Fed.
Alta do Dólar
Dólar, a moeda do Estados Unidos da América (Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)
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Nesta quarta-feira (26), o dólar subiu em relação ao real, encerrando o dia cotado a R$ 5,519. O valor é o mais alto registrado desde janeiro de 2022. As declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que geraram preocupação entre os investidores sobre a situação fiscal do Brasil, impulsionaram a alta, combinadas com outros fatores internos e externos.

Durante a sessão, o dólar apresentou uma alta de 1,20%, fechando em R$ 5,519, com uma máxima intraday de R$ 5,526. Portanto, é o movimento é o mais alto desde 28 de janeiro de 2022, quando a moeda americana fechou a R$ 5,56. Na B3, o contrato de dólar futuro com vencimento mais próximo registrou alta de 1,05%, atingindo R$ 5,517 às 17h15.

No entanto, a força do dólar não se limitou ao Brasil. Mundialmente, a moeda americana também se valorizou, refletindo a postura dos integrantes do Federal Reserve dos EUA. Em um evento recente, a diretora do Fed, Michelle Bowman, destacou que é importante manter as taxas de juros para diminuir a inflação, mencionando que futuros cortes só serão apropriados se a inflação atingir de forma sustentável a meta de 2%.

Declarações de Lula

As declarações do presidente Lula geraram forte reação no mercado. Em entrevista ao UOL, Lula descartou a possibilidade de desvincular pensões e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) da política de ganhos reais do salário mínimo. Além disso, ele garantiu que não alterará o salário mínimo durante o mandato, afirmando: “Eu não posso penalizar a pessoa que ganha menos.”

Os investidores receberam negativamente essa postura, pois já estavam preocupados com a condução das políticas econômicas do país. A resistência do presidente Lula em realizar cortes de despesas públicas, considerados necessários para o equilíbrio fiscal, contribuiu para o aumento da percepção de risco.

Cenário econômico e político

Além das questões fiscais, a cena econômica interna também apresentou dados relevantes. Então, o IBGE divulgou o IPCA-15 de junho, que registrou alta de 0,39%, abaixo da expectativa de 0,45%. O IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, é um indicador importante para avaliar as tendências inflacionárias do país.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vinha defendendo a desindexação do salário mínimo da Previdência Social, proposta que encontra resistência por parte do governo. Na mesma entrevista, Lula evitou comentar sobre a possível substituição do atual presidente do BC por Gabriel Galípolo a partir de 2025, outro tema sensível para o mercado.

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