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Dow Jones atinge recorde; Nasdaq cai abaixo de 18 mil

Dow Jones bate recorde de fechamento, enquanto Nasdaq e S&P 500 recuam em meio a restrições comerciais dos EUA.
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Bolsa de valores do Estados Unidos (Imagem: Sergei Tokmakov/Pixabay)
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Os principais índices de ações de Nova York encerraram a quarta-feira com desempenhos divergentes. O Dow Jones subiu 0,59%, alcançando um novo recorde de fechamento aos 41.198,08 pontos. Durante o pregão, o índice tocou um novo patamar intradiário de 41.221,98 pontos. Em contrapartida, o Nasdaq caiu 2,77%, fechando aos 17.996,92 pontos. Sendo assim, é a primeira queda do índice abaixo dos 18 mil pontos em mais de duas semanas. O S&P 500 também recuou, com uma queda de 1,39%, encerrando o dia aos 5.588,27 pontos após ter atingido uma máxima histórica no dia anterior.

Relatos de que o governo dos EUA poderia impor novas restrições comerciais a empresas de semicondutores, como ASML Holding e Tokyo Electron, caso continuem fornecendo tecnologias avançadas à China, duramente atingiram as ações de empresas de tecnologia. A notícia gerou preocupações entre os investidores sobre o futuro dos grandes fabricantes de chips, independentemente do resultado das eleições presidenciais de novembro.

Entre as maiores quedas, as ações da Nvidia caíram 6,62%, a Qualcomm perdeu 8,61% e a AMD recuou 10,21%. Entre as gigantes de tecnologia, a Meta sofreu uma queda de 5,68% e a Apple caiu 2,53%.

Dow Jones

Apesar da pressão sobre o setor tecnológico, ganhos em outras áreas impulsionaram o Dow Jones. A UnitedHealth subiu 4,45%, enquanto a Johnson & Johnson (J&J) avançou 3,69%, após reportar resultados trimestrais acima das expectativas e fornecer uma perspectiva mista para o restante do ano.

Indicadores Econômicos

No campo econômico, dados acima do esperado sobre a produção industrial dos EUA influenciaram as expectativas do mercado em relação a um possível alívio monetário em setembro. A probabilidade de tal medida caiu de 100% ontem para cerca de 95% hoje, conforme a ferramenta FedWatch do CME Group. Afinal, o Livro Bege do Federal Reserve e declarações dos dirigentes continuam indicando preparativos para um alívio monetário.

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