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Crise no setor de luxo: empresas perdem US$ 200 bi em em valor de mercado

Ações do setor de luxo perdem US$ 200 bilhões em valor desde o início do ano devido à redução nos gastos dos consumidores chineses.
Queda nas ações do setor de luxo; mercado de luxo em 2024; economia chinesa e setor de luxo.
(Foto: Divulgação LVMH)
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A temporada de resultados de grandes grupos de luxo em 2024 tem gerado preocupação entre investidores, resultando em uma perda de US$ 200 bilhões nas quatro maiores ações do setor desde o pico no início do ano. Conforme publicado pelo Bloomberg, a desaceleração do mercado de luxo, principalmente causada pela redução dos gastos dos consumidores chineses, tem impactado fortemente os resultados das empresas.

O grupo LVMH, referência no setor, surpreendeu com números de vendas considerados mornos, provocando a maior queda nas ações deste ano e eliminando qualquer complacência restante entre os investidores. Desde então, a cesta de ações de luxo do Goldman Sachs (GS) caiu quase 20% desde o pico em março, refletindo a preocupação com o futuro do mercado.

A realidade atual do setor levou a revisões de projeções, sendo a mais recente a da Kering, proprietária da Gucci, cuja ação teve uma queda de até 10% na última quinta-feira (25).

Revisões e Ajustes no Mercado de Luxo

Empresas como Burberry Group e Hugo Boss revisaram suas projeções, destacando o impacto negativo das dificuldades econômicas na China. Flavio Cereda, da GAM UK, chamou 2024 de um ano de “detox” para o luxo após o crescimento impulsionado pela pandemia. As vendas da LVMH na região que inclui a China caíram 14% no segundo trimestre, evidenciando a redução do poder de compra dos consumidores chineses.

Desempenho das vendas por empresa.

Impacto e Perspectivas Futuras

Thomas Chauvet, analista do Citigroup (C), observou que a implementação de mudanças de marca se tornou mais complexa em um mercado competitivo, onde escala, talento de design e marketing são cruciais. Empresas com marcas menos conhecidas enfrentam mais dificuldades para recuperar receitas comparadas às marcas mais estabelecidas.

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Situação do Setor Pós-Pandemia

A desaceleração do crescimento no mercado de luxo, que havia visto um aumento significativo durante a pandemia, agora enfrenta um ajuste necessário. Durante o auge da pandemia, os consumidores chineses contribuíram significativamente para o crescimento das vendas de itens de luxo, mas a atual situação econômica do país resultou em uma redução nos gastos. As vendas da LVMH na região que inclui a China caíram 14% no segundo trimestre, refletindo essa mudança.

Essa situação é particularmente difícil para empresas com marcas menos estabelecidas. Empresas como Burberry Group e Hugo Boss revisaram suas projeções para baixo, destacando o impacto negativo das dificuldades econômicas na China. Flavio Cereda, da GAM UK, chamou 2024 de um ano de “detox” para o luxo após o crescimento impulsionado pela pandemia.

 

(Imagem DELL/IA)

Perspectivas para o Futuro

Analistas do Bank of America (BAC) observam a queda das ações do setor de luxo como uma oportunidade de compra atrativa para investidores com visão de longo prazo. Ele destaca que a LVMH continua exposta a um setor com crescimento estrutural, altas barreiras à entrada e um forte portfólio de marcas. No entanto, a recuperação do setor dependerá de fatores econômicos e políticos mais amplos.

O segundo semestre de 2024 permanece incerto, exigindo inovação em produtos e marketing para que as empresas de luxo se mantenham próximas aos clientes. A paciência será fundamental para os investidores, pois a recuperação pode ocorrer no final de 2024 ou se estender até 2025.

Desafios e Oportunidades no Setor de Luxo

“O setor de luxo enfrenta um período de ajuste e desafio elevado. A queda nas ações do setor de luxo, impulsionada pela redução nos gastos dos consumidores chineses, apresenta tanto riscos quanto oportunidades. As empresas com estratégias de marketing robustas e inovação contínua estarão melhor posicionadas para navegar pelas incertezas econômicas e políticas”, destacou Jackson Pereira Jr., articulista de negócios do Economic News Brasil.

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