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Coca-Cola deve US$ 6 bilhões ao IRS em disputa fiscal

Coca-Cola enfrenta uma decisão do Tribunal Fiscal dos EUA que exige pagamento de US$ 6 bilhões ao IRS. A empresa planeja apelar e mantém previsões financeiras otimistas.
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Coca-Cola deve 6 bilhões em impostos ao EUA./(Foto: That Guy Craig000/Pexels).
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Uma decisão recente do Tribunal Fiscal dos EUA determinou que a Coca-Cola (COCA34) deve cerca de US$ 6 bilhões, incluindo juros, ao IRS (Serviço de Receita Federal). A gigante de bebidas de Atlanta enfrentou um longo processo de disputa fiscal devido à alegação de que evitou o pagamento de impostos federais ao transferir lucros para subsidiárias no exterior. 

Na sexta-feira (2), a Coca-Cola anunciou sua intenção de apelar da decisão que favoreceu o IRS. A empresa afirmou que estava buscando US$ 3,3 bilhões em impostos retroativos, de acordo com um processo movido em 2015.  

Leia também: Ações do Mercado Livre disparam e cia se torna a mais valiosa da América Latina.

Auditoria e impactos

A decisão do tribunal seguiu uma auditoria governamental.  A receita da Coca-Cola durante o período mencionado deveria ter sido maior, devido à prática de precificação de transferência internacional. Em novembro de 2020, o tribunal adotou a maioria dos argumentos do governo, o que marcou um golpe para a estratégia fiscal internacional da empresa. Este entendimento foi reforçado por uma opinião suplementar emitida no outono de 2023. 

Apesar da disputa fiscal, a Coca-Cola ajustou suas previsões financeiras para 2024. A companhia aumentou seu guidance, prevendo um crescimento orgânico da receita entre 9% e 10%, acima da projeção anterior de 8% a 9%. A receita orgânica cresceu 15% no segundo trimestre, superando as expectativas dos analistas, e a receita total foi de US$ 12,3 bilhões. 

Margem operacional e expectativas futuras

A margem operacional comparável da Coca-Cola foi de 32,8% no segundo trimestre, um aumento em relação aos 31,6% registrados no período anterior. Garrett Nelson, analista da CFRA, comentou que a empresa está vendo um crescimento do lucro por ação impulsionado mais pela expansão da margem do que por aumentos de preços.

  

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