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Banco do Brasil lucra R$ 9,502 bilhões no 2T24

Banco do Brasil reporta lucro líquido ajustado de R$ 9,502 bilhões no 2º trimestre de 2024, um crescimento de 8,2% em relação ao ano anterior.
Banco do Brasil
(Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Banco do Brasil (BBAS3) finalizou a temporada de resultados dos principais bancos com um lucro líquido ajustado de R$ 9,502 bilhões no segundo trimestre de 2024 (2T24), representando um aumento de 8,2% em comparação com o mesmo período de 2023. Sendo assim, o resultado está alinhado com a expectativa de R$ 9,241 bilhões do consenso da LSEG.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado foi de 21,7% no período. A carteira de crédito ampliada cresceu 13,2% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 1,18 trilhão. A carteira de crédito agro destacou-se, com um crescimento de 16,6% em 12 meses, alcançando R$ 375 bilhões. O crédito para pessoa jurídica aumentou 13,2%, atingindo R$ 421 bilhões, e o crédito para pessoa física subiu 6,2%, somando R$ 321 bilhões.

A margem financeira líquida de provisões subiu 12,9% no mesmo intervalo, atingindo R$ 17,193 bilhões. As provisões para créditos de liquidação duvidosa aumentaram 8,8%, chegando a R$ 7,807 bilhões em comparação com o segundo trimestre de 2023. Contudo, houve uma queda de 8,6% em relação ao primeiro trimestre de 2024.

Inadimplência e Receitas

O índice de inadimplência em empréstimos com mais de 90 dias de atraso subiu de 2,9% no primeiro trimestre para 3% no final de junho. As receitas de prestação de serviços somaram R$ 8,8 bilhões, um aumento de 6,7%, impulsionadas por linhas de administração de fundos, operações de crédito e conta corrente.

No entanto, as despesas administrativas foram de R$ 9,2 bilhões, em comparação com R$ 8,810 bilhões no ano anterior.

Leia mais – Banco PAN registra lucro de R$ 211 milhões no 2T24

Revisões de projeções do Banco do Brasil

O Banco do Brasil ajustou suas projeções para 2024, prevendo agora provisionar entre R$ 31 bilhões e R$ 34 bilhões no ano. No primeiro semestre, foram provisionados R$ 16,3 bilhões. Inicialmente, a projeção de provisões estava entre R$ 27 bilhões e R$ 30 bilhões.

Além disso, o banco revisou para cima a projeção para a margem bruta, esperando agora um crescimento entre 10% e 13%. Anteriormente, a previsão era de alta entre 7% e 11%. No primeiro semestre de 2024, a margem financeira bruta cresceu 16,4%.

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