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VoePass: da crise financeira ao acidente aéreo com 62 mortes em São Paulo

A VoePass enfrenta desafios após acidente em Vinhedo, conciliando expansão com segurança para garantir sua posição no mercado aéreo brasileiro.
VoePass - Acidente Aéreo
Voepass cancela a venda de passagens até o dia 31 de agosto. (Imagem: divulgação/VoePass)

A VoePass Linhas Aéreas, operadora do ATR-72 que caiu em Vinhedo (SP) na última sexta-feira (9), e deixou 62 mortos no acidente aéreo. A empresa enfrenta um dos capítulos mais difíceis de sua história. A companhia, anteriormente conhecida como Passaredo, já foi um dos principais nomes da aviação regional no Brasil, com uma trajetória de altos e baixos desde sua fundação.

Criada em 1995 por José Luiz Felício, a Passaredo começou suas operações em Ribeirão Preto (SP). A missão da empresa era conectar pequenas e médias cidades ao restante do país. Hoje, sob a marca VoePass, a empresa opera uma frota de 15 aeronaves e cobre 26 destinos em todas as regiões brasileiras, empregando cerca de 1 mil colaboradores.

O acidente aéreo em Vinhedo ocorreu em um momento de expansão para a VoePass. Em julho deste ano, a companhia anunciou a abertura de novas bases operacionais em Chapecó (SC) e no Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro. As operações são previstas para iniciar em outubro. Sendo assim, o movimento reflete a ambição da empresa de fortalecer a presença no competitivo mercado aéreo brasileiro.

 

Veja também – Gelo nas asas do avião pode ter causado queda em Vinhedo, SP

Crise financeira 

O histórico da VoePass não é isento de dificuldades. A empresa enfrentou uma profunda crise financeira que culminou em um pedido de recuperação judicial em 2012, quando acumulava dívidas de R$ 150 milhões. A reestruturação foi dolorosa, resultando em demissões e cortes de rotas, mas a empresa conseguiu superar essa fase, saindo do processo de recuperação em 2017.

A gestão da companhia passou do fundador José Luiz Felício para o filho, José Luiz Felício Filho. Ele conduziu a empresa durante esse período de turbulência. Contudo, a crise levou à redução da frota e à suspensão de operações em diversas cidades. Apesar disso, a VoePass manteve voos em rotas estratégicas, como Guarulhos (SP), Brasília (DF) e São José do Rio Preto (SP).

Apesar dos desafios, a empresa conseguiu manter parcerias importantes e, com o fim da recuperação judicial, voltou a focar na expansão e no fortalecimento de sua malha aérea. No entanto, o recente acidente trouxe à tona questões sobre a segurança operacional da companhia. Segundo a VoePass, o ATR-72 envolvido no acidente estava em conformidade com todas as normas de segurança e sem restrições.

O futuro da VoePass agora depende da capacidade de lidar com as consequências do trágico acidente aéreo e de continuar avançando com seus planos de expansão. A empresa tem um histórico de superação, e seu desafio atual é equilibrar crescimento com a garantia de segurança para seus passageiros.

A investigação sobre o acidente em Vinhedo será importante para o setor aéreo brasileiro, que observa atentamente os próximos passos da VoePass.

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