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Entenda o impacto milionário da Lei Paulo Gustavo no Rio de Janeiro

A LPG gerou faturamento recorde e milhares de empregos no Rio de Janeiro.
Tia Surica é uma das muitas artistas que foram aprovadas na Lei Paulo Gustavo e geraram impacto econômico para o RJ. (Foto: Divulgação/Bruno Veiga)
Tia Surica é uma das muitas artistas que foram aprovadas na Lei Paulo Gustavo e geraram impacto econômico para o RJ. (Foto: Divulgação/Bruno Veiga)

Recentemente, um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) destacou que a economia do Rio de Janeiro foi fortemente impulsionada em 2023 graças aos investimentos realizados através da Lei Paulo Gustavo (LPG). O órgão afirma que a iniciativa movimentou R$ 852,2 milhões no estado e gerou mais de 11 mil empregos. Esse marco histórico no setor cultural brasileiro proporcionou um retorno para a sociedade fluminense, com cada real investido retornando R$ 6,51 para a economia local. 

A Lei Paulo Gustavo foi regulamentada em dezembro do ano passado. Ela destinou um total de R$ 3,8 bilhões para o setor cultural em todo o Brasil. No Rio de Janeiro, R$ 139 milhões foram investidos, impactando diretamente diversas atividades, como contratação de profissionais, aquisição de equipamentos, logística e marketing, além de custos administrativos e tributários. Esses investimentos reforçaram a importância da economia criativa, que representa 4,62% do PIB do estado, segundo dados da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Impacto econômico da Lei Paulo Gustavo e o poder da economia criativa

A economia criativa, um dos motores de desenvolvimento do Rio de Janeiro, é responsável pela geração de empregos e pela formalização de pequenos negócios. Em 2023, o estado contava com 736.015 trabalhadores nas indústrias criativas, sendo que 76,8 mil pequenos negócios estavam diretamente ligados ao setor. 

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Resultados expressivos e expectativas futuras

Os projetos financiados pela LPG no Rio de Janeiro não só movimentaram a economia local, mas também geraram uma arrecadação de R$ 132 milhões em impostos. Esse retorno quase igualou o montante inicial investido pelo estado, evidenciando a viabilidade econômica do setor cultural. Durante a execução desses projetos, espera-se que mais de 2 milhões de pessoas participem dos eventos culturais, o que deve gerar ainda mais receita para o estado.

A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, ressalta que o estudo da FGV é pioneiro ao detalhar o impacto econômico da LPG em âmbito estadual. A pesquisa demonstrou que o setor cultural é capaz de gerar empregos de maneira rápida e eficiente. Isso foi evidenciado pelas 6.500 propostas recebidas em apenas dois meses. Dessas, 1.190 foram selecionadas para receber os recursos da LPG.

Entre os muitos artistas que geraram impacto econômico a partir da Lei Paulo Gustavo no Rio de Janeiro, destacam-se Tia Surica, Buchecha e o grupo Mulheres na Roda de Samba.

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