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Brasil corre risco de voltar a importar petróleo, diz diretora da Petrobras

´Veja por que o Brasil corre o risco de voltar a importar petróleo dentro de dez anos. Entenda os desafios da exploração na margem equatorial
A diretora executiva de exploração e produção da Petrobras, Sylvia Anjos, fala sobre a necessidade de importar petróleo no futuro
Tomaz Silva/Agência Brasil

Sem a exploração de petróleo na margem equatorial — área no litoral norte do Brasil apontada como o “novo pré-sal” — o país pode ser forçado a voltar a importar petróleo dentro de dez anos.

A declaração ocorreu nesta quinta-feira (24), no Rio de Janeiro, pela diretora de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, Sylvia Anjos, como parte da campanha da estatal para obter a licença necessária para explorar essa região.

Por que o Brasil corre risco de voltar a importar petróleo?

“O tempo é um fator crítico. Em cinco ou seis anos, a produção do pré-sal começará a cair, e, sem novas descobertas, o Brasil pode voltar a ser importador de petróleo em 2034 ou 2035”, afirmou durante uma aula aberta no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A margem equatorial, fundamental para não importar petróleo, engloba a área costeira entre o Rio Grande do Norte e o Amapá. Ela se compara ao pré-sal devido ao seu grande potencial de reservas de petróleo. No entanto, a exploração da região enfrenta críticas de ambientalistas preocupados com possíveis impactos ambientais.

Atualmente, a Petrobras tem 16 poços na nova fronteira exploratória. No entanto, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autorizou a perfuração de apenas dois, que se localizam na costa do Rio Grande do Norte. Isso acaba pesando na análise segundo a qual pode ser necessário importar petróleo.

O Ibama negou licenças para áreas como a Bacia da Foz do Amazonas. Mas a Petrobras aguarda uma reconsideração do instituto, que é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Sylvia Anjos ressaltou que o Brasil é autossuficiente em petróleo desde 2006, com 81% da produção vinda do pré-sal, mas, devido ao declínio natural da produção, a Petrobras busca novas áreas de exploração para evitar uma futura necessidade de importar petróleo.

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