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Haddad confirma avanço nas negociações com Lula sobre cortes de gastos

Saiba mais sobre as negociações entre a equipe econômica e o presidente Lula da Silva sobre corte de gasto obrigatório
Na foto, Lula e Haddad. Ambos têm discutido sobre a necessidade de realizar corte de gasto para equilibrar as contas públicas
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (29) que as negociações entre a equipe econômica e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre corte de gasto obrigatório estão progredindo. No entanto, ele ressaltou que ainda não há números definidos ou previsão para o anúncio das medidas.

“Estamos fazendo as contas para apresentar ao presidente Lula uma proposta bem ajustada”, declarou Haddad sobre o plano de corte de gasto ao deixar uma reunião com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Novas reuniões para emplacar corte de gasto serão necessárias

O ministro mencionou que se reunirá com Lula mais vezes ao longo da semana, com um encontro marcado já para esta quarta-feira (30). Na segunda-feira (28), Haddad teve uma conversa de aproximadamente duas horas com o presidente sobre as medidas de revisão e corte de gasto.

Ele classificou a reunião como “realmente boa” e afirmou que Lula não vetou nenhuma proposta até o momento, apenas solicitou esclarecimentos, que estão sendo elaborados pelos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento.

Haddad também se manifestou sobre uma estimativa divulgada na semana passada pelo jornal O Globo, que sugeria que o corte de gasto poderia gerar uma economia de R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões. “Não sei de onde saiu esse número. Nunca divulguei valores para vocês. Não faço isso porque os números devem ser apresentados após a decisão ser tomada”, destacou o ministro.

Lula é contra corte de despesas?

Lula não é dos mais simpáticos a corte de gasto. Porém, seu governo busca equilibrar a necessidade de austeridade fiscal com a manutenção de programas sociais e investimentos em áreas essenciais. O presidente tem enfatizado a importância de revisar e cortar gastos obrigatórios. Mas, ao mesmo tempo, defende a proteção de políticas que promovam inclusão social e desenvolvimento econômico.

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