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Indústria em setembro cresce 1,1%, mostram dados do IBGE

Crescimento da produção industrial no Brasil. Dados recentes mostram alta de 1,1% em setembro e acumulado de 3,4% em relação ao ano passado
Imagem da produção de blocos de concreto na Indústria em setembro
(Imagem: Pixabay)

A produção industrial no Brasil registrou alta de 1,1% em setembro deste ano em comparação a agosto, marcando o segundo mês consecutivo de crescimento – em agosto, o avanço foi de 0,2%. Os dados da indústria em setembro são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

Em relação a setembro do ano passado, a indústria apresentou crescimento de 3,4%, acumulando quatro meses seguidos de alta. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, as expansões foram de 3,1% e 2,6%, respectivamente. Esse resultado reflete um significativo crescimento industrial no período.

Entre os setores com maior crescimento industrial em setembro (comparado a agosto) estão coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%), produtos alimentícios (2,3%), veículos automotores, reboques e carrocerias (2,5%), produtos do fumo (36,5%), metalurgia (2,4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (3,3%). No total, 12 dos 25 setores industriais pesquisados mostraram resultados positivos.

Indústria em setembro por setores

Simultaneamente, 12 setores registraram queda no crescimento industrial, com destaque para as indústrias extrativas (-1,3%), produtos químicos (-2,7%), outros equipamentos de transporte (-7,8%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-3,7%). A produção de produtos de borracha e material plástico manteve-se estável.

Das quatro principais categorias econômicas da indústria, três cresceram de agosto para setembro. Bens de capital, como máquinas e equipamentos usados na produção, aumentaram 4,2%. Bens intermediários, que são insumos industrializados para o setor produtivo, cresceram 1,2%. Já os bens de consumo semi e não duráveis tiveram alta de 0,6%. Este cenário demonstra um claro exemplo de crescimento industrial. A única exceção foi o segmento de bens de consumo duráveis, que registrou queda de 2,7%.

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