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Empresas na B3: lucros crescem 53% no 3º trimestre de 2024

Empresas não financeiras da B3 tiveram lucro 53% maior no 3º trimestre de 2024. Receita cresceu 12% com custos controladores e alta de dividendos.
Em maio, ações do Ibovespa tiveram forte volatilidade. AZZA3 liderou os ganhos e AZUL4 despencou após pedir recuperação judicial.
(Imagem: divulgação/B3)

O terceiro trimestre de 2024 destacou o bom desempenho das empresas não financeiras da B3, com lucro consolidado avançando 53% em relação ao mesmo período de 2023, segundo o Elos Ayta. Essa recuperação mostra controle operacional eficiente e melhorias em custos, receita e rentabilidade.

Crescimento em receita e controle de custos das empresas na B3

As empresas comprovadas alcançaram receitas de R$ 1,08 trilhão, com um aumento de 12,03%. Os custos cresceram 12,86%, atingindo R$ 796,9 bilhões, mantendo uma margem estável. Esse equilíbrio operacional demonstra esforços para controlar a inflação de custos e preservar margens competitivas.

Essa atuação foi impulsionada por gestos focados em eficiência, garantindo que as empresas permaneçam resilientes mesmo diante de oscilações no mercado.

Lucro operacional impulsionado por eficiência

O lucro operacional (EBIT) chegou a R$ 188,5 bilhões, uma alta de 22,09%. Esse avanço foi sustentado por uma redução nas despesas operacionais (-7,37%). Como resultado, a margem EBIT aumentou 1,43 pontos percentuais, evidenciando a capacidade das empresas de maximizar a rentabilidade mesmo em um cenário desafiador.

Redução de despesas financeiras e impacto cambial

Com uma queda de 29,63% nas despesas financeiras, totalizando R$ -46,5 bilhões, as empresas listadas na B3 se beneficiam do impacto favorável da valorização cambial. A redução no dólar PTAX (-1,99%) contribuiu para aliviar os custos financeiros atrelados à moeda estrangeira e trouxe vantagens às exportadoras.

Lucro líquido e dividendos em alta

O lucro líquido das empresas somou R$ 103,5 bilhões, com a distribuição de dividendos alcançando R$ 148,5 bilhões (+228,05%). Empresas como Petrobras e Vale lideraram esse movimento, reforçando a atratividade do mercado para investidores.

No entanto, os especialistas apontam para o desafio de equilibrar reinvestimentos e distribuição de lucros, importante para sustentar o crescimento futuro.

Endividamento e liquidez sob análise das empresas da B3

Embora o financiamento bruto tenha aumentado 10,33%, o reforço de caixa, que subiu 14,63%, atingindo R$ 736,5 bilhões, trouxe maior liquidez ao setor. Essa estratégia apresenta-se como uma medida preventiva diante de incertezas econômicas ou uma oportunidade para expandir no futuro.

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