Conteúdo Patrocinado
Anúncio SST SESI

JPMorgan ajusta recomendações para bancos brasileiros no 3T24

Após resultados do 3T24, JPMorgan rebaixa o Bradesco para neutro e eleva o Santander para compra, refletindo novos desafios e oportunidades no setor bancário.
Imagem de uma fachada de uma agência do Bradesco para representar a matéria sobre o lucro do Bradesco no trimestre / JPMorgan ajusta recomendações para bancos brasileiros no 3T24, rebaixando o Bradesco e destacando o Santander Brasil como nova aposta. blockchain
(Imagem: Simplus Menegati/Wikimedia Commons)

O JPMorgan revisou suas recomendações para bancos brasileiros após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2024 (3T24). O banco rebaixou a recomendação do Bradesco (BBDC4) de overweight (compra) para neutro, enquanto elevou o Santander Brasil (SANB11) de neutro para overweight 

De acordo com os analistas, o Bradesco mostrou avanços, mas em ritmo mais lento que o esperado, o que levanta preocupações sobre 2025. Entre os fatores referenciais estão investimentos ainda pendentes, possível atraso na melhoria da relação custo/receita até 2026 e impacto de uma taxa Selic alta, que limita a receita de mercado. Além disso, a recuperação na qualidade dos ativos pode ter atingido seu limite.

Apesar da projeção de crescimento de 21% nos lucros em 2025, com um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) estimado entre 13,8% e 14,6% em 2025-2026, o aumento do custo de capital no Brasil para 15% pressiona a competitividade do banco.

JPMorgan: Santander Brasil apresenta melhor relação risco-recompensa

Por outro lado, o Santander Brasil se destacou pela recuperação de seu ROE, que subiu de 11% para 17% em 2024, mesmo enfrentando condições adversárias semelhantes às do Bradesco. O JPMorgan acredita que a gestão do Santander está comprometida em elevar o ROE para 20%, enquanto implementa uma estratégia voltada para pequenas e médias empresas e o varejo de massa.

O foco na lucratividade, em detrimento dos ganhos de participação de mercado, e melhorias na alocação de ativos também foram relatados como diferenciais. Com isso, o JPMorgan considera que a recuperação do Santander será mais ágil em comparação ao Bradesco.

Novos preços-alvo para bancos brasileiros

O banco de investimentos também atualizou os preços-alvo de algumas instituições. Para o Bradesco, o preço-alvo caiu de R$ 20 para R$ 16, enquanto o do Santander foi ajustado de R$ 34 para R$ 32. Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) também tiveram seus preços-alvo revisados ​​para R$ 39 e R$ 31, respectivamente, mantendo a recomendação de overweight .

Com essas mudanças, o americano JPMorgan reflete uma visão mais cautelosa sobre o setor bancário, destacando desafios para algumas instituições e oportunidades para outras.

Instagram
Acesse nossos canais
Siga nas Redes Sociais
Leia Também
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado Anúncio Grupo New
Conteúdo Patrocinado Anúncio BS Cash
Conteúdo PatrocinadoAnúncio Prime Plus
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo Patrocinado M Dias Branco