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Bolsa de valores da Europa fecha em queda com crise na França

Mercados europeus refletem instabilidade política na França e temem tarifas dos EUA, com impacto no setor automobilístico e tecnológico.
Imagem de um celular com ações para representar a matéria sobre as bolsas de valores da europeias e bolsa de valores da Ásia - Europa - França
(Imagem: Sergei Tokmakov/Pixabay)

Nesta quarta-feira, as ações da França atingiram o menor nível em mais de três meses, refletindo a crescente preocupação dos investidores com a capacidade do governo de aprovar o orçamento. Além disso, a ameaça de tarifas dos Estados Unidos sobre parceiros comerciais manteve as ações do setor automobilístico sob pressão.

O índice pan-europeu STOXX 600 encerrou o dia com queda de 0,2%, enquanto o CAC-40, principal índice da França, recuou 0,7%, atingindo o ponto mais baixo desde agosto após cair mais de 1% durante a sessão. A desvalorização mostra o clima de incerteza política no país, ampliado pelas tensões em torno do orçamento.

A instabilidade política francesa continua preocupando, especialmente após as eleições antecipadas convocadas pelo presidente Emmanuel Macron neste ano. A líder de extrema-direita, Marine Le Pen, ameaça derrubar o governo devido a medidas impopulares no orçamento, como cortes de gastos e aumento de impostos.

Impacto no mercado e no setor de tecnologia

Além da França, os mercados europeus registraram movimentos variados. Em Londres, o índice Financial Times subiu 0,2%, enquanto o índice DAX, de Frankfurt, caiu 0,18%. Em outras praças europeias, como Milão e Madri, as quedas foram de 0,23% e 0,33%, respectivamente. O setor de tecnologia liderou as perdas no STOXX 600, com empresas francesas puxando as quedas.

Nos títulos de dívida pública, a situação também é desafiadora. O prêmio de risco associado aos empréstimos de longo prazo da França atingiu o maior valor desde 2012, indicando maior desconfiança dos investidores em relação à estabilidade econômica do país.

Tarifa dos EUA adiciona tensão ao cenário global

Além dos desafios internos, os mercados enfrentam incertezas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos. O presidente eleito Donald Trump sinalizou a imposição de tarifas a grandes parceiros comerciais, como México e China. Se essas medidas forem expandidas para a Europa, isso pode afetar o setor automobilístico.

Juntos, esses fatores resultam em um ambiente de incerteza para os mercados europeus. A crise política na França, somada às tensões comerciais globais, pode continuar a pesar sobre os ativos franceses e outros índices europeus nos próximos meses.

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