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Caged: mercado de trabalho formal cria 132 mil vagas em outubro

O Brasil registrou saldo positivo de 132.714 empregos formais em outubro, com destaque para os setores de serviços e comércio.
Imagem de uma carteira de trabalho para ilustrar uma matéria do mercado de trabalho.-- --- Desemprego no Brasil
(Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O mercado de trabalho formal registrou saldo positivo de 132.714 carteiras assinadas em outubro de 2024, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (27). O resultado representa o pior desempenho para o mês na série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020.

Balanço geral do mercado de trabalho

O resultado de outubro decorreu de 2.222.962 admissões e 2.090.248 demissões. Apesar do saldo positivo, o desempenho é inferior ao registrado no mesmo mês de 2023, quando foram criadas 187.070 vagas na série ajustada.

O mercado financeiro já esperava uma desaceleração em relação ao saldo de setembro, mas o número final ficou abaixo das projeções. Analistas consultados pelo Projeções Broadcast indicavam uma mediana de 200 mil vagas criadas, com estimativas variando entre 175 mil e 250 mil postos formais.

Setores de destaque

Os setores de serviços e comércio puxaram o saldo positivo em outubro. Serviços liderou com 71.217 vagas, seguido pelo comércio, que gerou 44.297 postos formais.

Outros setores apresentaram desempenho mais fraco. A indústria criou 23.729 vagas, enquanto a construção civil encerrou 767 postos. Na agropecuária, o saldo foi negativo em 5.757 vagas.

Desempenho regional do mercado de trabalho

Entre as 27 unidades da federação, 24 registraram resultados positivos em outubro. São Paulo liderou, com a criação de 47.255 vagas formais.

Na outra ponta, a Bahia registrou o pior desempenho, com o fechamento de 579 postos de trabalho. 

Salário médio em queda

O salário médio de admissão em outubro foi de R$ 2.153,18, o que representa uma redução de R$ 18,96 (ou 0,87%) em relação a setembro. A queda reflete os desafios econômicos e as dinâmicas salariais enfrentadas pelo mercado de trabalho brasileiro.

Apesar da desaceleração, o saldo positivo indica uma manutenção da tendência de criação de empregos formais, embora em ritmo reduzido.

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