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Greve na PepsiCo: Sorocaba suspensa, Itaquera continua

Trabalhadores da PepsiCo protestam contra a jornada 6x1. Sorocaba suspende greve, mas Itaquera mantém paralisação por melhores condições.
A PepsiCo registrou lucro de US$ 1,52 bi no 4º tri, alta de 17%, mas queda na receita preocupou investidores, e ações caíram 1,9%.
(Imagem: divulgação/Pepsico )
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Nos últimos dias, a polêmica em torno da jornada 6×1 mobilizou debates e protestos em diferentes setores. Os trabalhadores da unidade de Sorocaba da PepsiCo suspenderam a greve iniciada no início da semana e aguardam uma nova proposta que a empresa apresentará na próxima quarta-feira (4).

PepsiCo: greve em Sorocaba e continuidade em Itaquera

O protesto contra as jornadas que determinam seis dias de trabalho seguidos por um ou dois dias de folga reuniu funcionários em Sorocaba e na unidade de Itaquera, em São Paulo. Embora Sorocaba tenha suspendido a greve, os trabalhadores de Itaquera continuaram com a paralisação, que impactou a operação local.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Laticínios e Alimentação de São Paulo e Região (Stilasp), uma proposta de uma jornada alternativa foi apresentada à empresa. Essa modalidade, conhecida como “jornada espanhola”, alterna semanas de 48 horas e 40 horas, permitindo maior flexibilidade.

Propusemos alternativas viáveis ​​para atender às necessidades dos trabalhadores, mas não houve disposição para diálogo até o momento”, afirmou o sindicato. A audiência marcada para segunda-feira (2), no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), será decisiva para resolver o impasse.

Contexto mais amplo: a PEC da jornada reduzida

Uma discussão sobre jornadas de trabalho extrapola os limites da greve na PepsiCo e ganha força nacional. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), sugere a redução da jornada semanal para 36 horas e a adoção de um regime de quatro dias de trabalho. Atualmente, o tema gera debates entre empresas, sindicatos e especialistas, que analisam os impactos econômicos e sociais de mudanças na legislação trabalhista.

Posição da PepsiCo sobre a greve

Em nota oficial, a PepsiCo declarou que suas práticas estão alinhadas à legislação vigente e reforçam a disposição para dialogar com os trabalhadores.

“A PepsiCo segue rigorosamente as leis brasileiras e se mantém aberta a conversas construtivas com os colaboradores, reafirmando seu compromisso com relações éticas e responsáveis”, informou a empresa.

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O sindicato, no entanto, questiona a posição da empresa e considera a sua postura “intransigente” perante as exigências apresentadas.

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