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Produção industrial recua 0,2% em outubro, diz IBGE

A produção industrial caiu 0,2% em outubro, frustrando a variação da estabilidade. A alta anual foi de 5,8%, impulsionada por bens de capital.
Dados da FGV revelam oscilação na confiança da indústria brasileira. Empresários seguem cautelosos, mas estoques e produção dão sinais positivos.
(Imagem: Jean Martinelle/Pixabay)

A produção industrial em outubro registrou uma queda de 0,2% em relação ao mês anterior, conforme dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (04). Após dois meses consecutivos de alta, o setor voltou a apresentar redução.

O resultado ficou abaixo das expectativas do mercado, que previa estabilidade, segundo pesquisa realizada com consultorias financeiras. Em setembro, o indicador foi revisado para alta de 1,0%, inferior ao número original de 1,1%.

Ao longo de 2024, a produção industrial alternou entre crescimentos e quedas, acumulando cinco variações positivas e cinco negativas. A retração de outubro foi a menor, em comparação às quedas mais intensas registradas em maio (-1,5%) e julho (-1,4%).

Na comparação anual, a produção industrial em outubro subiu 5,8% em relação ao mesmo mês de 2023, impulsionada pelo desempenho de categorias como bens de capital e bens de consumo consolidados. No acumulado do ano, o setor apresenta alta de 3,4%, enquanto o crescimento nos últimos 12 meses foi de 3%.

Produção industrial em outubro: o desempenho por categorias

Três das quatro grandes categorias industriais tiveram avanços em outubro:

  • Bens de capital: aumento de 1,6% no mês e 15,3% no comparativo anual;
  • Bens intermediários: alta de 0,4% em relação a setembro, representando mais da metade do setor;
  • Bens de consumo consolidados: crescimento de 4,4% no mês e 19,6% no ano.

Por outro lado, a produção de bens semi e não protegidos registrou queda de 0,7% em outubro. Apesar disso, apresentou alta anual de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2023.

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Impacto dos ramos industriais

Entre os 25 ramos analisados, seis foram avaliados em outubro. O destaque negativo foi o setor de coque, derivadas de petróleo e biocombustíveis, que caiu 2,0% após ter registrado alta de 4,7% no mês anterior.

Mesmo diante desses desafios, o setor industrial está 2,6% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020). Contudo, permanece 14,4% abaixo do pico em maio de 2011, segundo o IBGE.

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