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Benefício fiscal do Corinthians é validado pelo STF

O STF validou o benefício fiscal do Corinthians, rejeitando o recurso do MPSP contra o uso de CIDs na construção da Arena. A decisão, sem possibilidade de recurso, destaca o impacto regional positivo e reacende debates sobre incentivos fiscais e seus limites legais.
Imagem da arquibancada de fundo da Neo Química Arena, estádio de futebol do Corinthians, que teve benefício fiscal validado pelo STF
Divulgação/Neo Química Arena
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O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Edson Fachin, rejeitou o recurso do Ministério Público de São Paulo (MPSP) contra o benefício fiscal usado na construção da Arena Corinthians, sede da abertura da Copa de 2014. A decisão, que transitou em julgado em 28 de novembro, encerra definitivamente a disputa.

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Por que o Corinthians teve benefício fiscal?

O caso envolvia a Lei Municipal nº 15.413/2011, que permitiu o uso de Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento (CIDs) para financiar o estádio. O MPSP alegava que a concessão do benefício fiscal ao Corinthians violava princípios constitucionais, como impessoalidade e moralidade administrativa, além da Lei de Responsabilidade Fiscal. Fachin negou o recurso citando questões processuais e a Súmula 283 do STF, que impede a análise de recursos que não abordem todos os fundamentos das decisões anteriores.

Decisões do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) já haviam validado o benefício fiscal ao Corinthians, destacando os impactos positivos na Zona Leste de São Paulo, como geração de empregos e desenvolvimento regional. Especialistas apontaram que o projeto cumpriu todas as exigências legais, incluindo pareceres técnicos e audiências públicas.

Ao Valor Econômico, a tributarista Daniella Zagari assegurou que o benefício fiscal ao Corinthians foi legítimo e rigorosamente aplicado para fomentar o desenvolvimento local. Além disso, a advogada Tamires Ferreira reforçou que os estudos de viabilidade econômica respaldaram a medida.

A decisão reacende o debate sobre os limites e a eficácia dos incentivos fiscais como ferramentas de desenvolvimento, com a Arena Corinthians permanecendo como um exemplo de controvérsia tributária e impacto econômico regional.

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