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Mercado livre de energia supera 60 mil unidades e responde por 40% do consumo nacional

O mercado livre de energia alcançou 60.767 unidades em 2024, com alta de 58% na adesão. Agora, responde por 40% do consumo elétrico do país. O avanço é impulsionado por flexibilização regulatória e busca por melhores condições, com destaque para São Paulo
Imagem de rede de transmissão, em meio ao crescimento do mercado de energia limpa
Marcello Casal Jr/Agência Brasi

O crescimento do mercado livre de energia, ambiente onde consumidores podem escolher seus fornecedores e negociar livremente fontes e condições contratuais, segue em franca expansão no Brasil. Em 2024, o segmento alcançou o marco de 60.767 unidades consumidoras, impulsionado pela migração de 22.236 novos consumidores ao longo do ano — um aumento de 58% em relação a 2023.

Quais estados lideram o crescimento do mercado livre de energia?

Segundo dados recentes, São Paulo lidera a lista de estados com maior adesão ao mercado livre de energia, concentrando 19.341 unidades consumidoras. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (5.913), Paraná (5.062), Rio de Janeiro (5.001) e Minas Gerais (4.769). Esses números refletem o peso das regiões mais industrializadas, onde os custos de energia representam uma parcela significativa das despesas operacionais.

O mercado livre já responde por 40% do consumo de eletricidade do país, um aumento de cinco pontos percentuais em comparação a 2023, quando a fatia era de 35%. Em determinados períodos de 2024, a participação chegou a atingir 42%, influenciada por variações no consumo entre os ambientes livre e regulado. Vale destacar que esse indicador inclui também as perdas no sistema de distribuição.

Por que a energia livre cresce?

A Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) atribui esse crescimento do mercado livre de energia ao crescente interesse dos consumidores em buscar condições mais vantajosas no fornecimento de energia. A entidade destaca ainda que a expansão foi facilitada pela Portaria 50/2022, que permitiu a todos os consumidores de alta tensão a liberdade de escolher seus fornecedores. Essa medida foi um marco para a ampliação do mercado livre, ao reduzir barreiras para novos entrantes e oferecer maior flexibilidade no fornecimento.

Especialistas apontam que o mercado livre tende a crescer ainda mais nos próximos anos, conforme novas regulações sejam implementadas e o ambiente se torne mais acessível também para consumidores de média e baixa tensão. A perspectiva é de que, com maior concorrência e eficiência, o setor beneficie tanto empresas quanto consumidores residenciais no futuro próximo.

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