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Gasto com juros tem novo recorde, mas dívida pública se mantém em 77%

A Dívida Bruta do Governo Geral caiu para 77,75% do PIB em novembro, somando R$ 9,1 trilhões. Despesas com juros atingiram recorde de R$ 918,2 bilhões. Em 2024, a dívida cresceu 3,9 p.p., impulsionada por juros nominais e desvalorização cambial
Na imagem, notas de R$ 100 e R$ 5, além uma moeda de R$ 1,00. Gasto com juros da dívida pública bate novo recorde
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) do Brasil caiu levemente de 77,82% do PIB em outubro para 77,75% em novembro, uma redução de 0,07 ponto percentual, somando R$ 9,1 trilhões. O Banco Central divulgou os dados nesta segunda-feira (30/12). No entanto, apesar da dívida se manter na casa dos 77%, houve crescimento de gastos com juros da dívida pública.

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Qual o valor do gastos com juros da dívida pública?

Os gastos com juros da dívida alcançaram R$ 918,2 bilhões no acumulado de 12 meses até novembro, o maior valor registrado na série histórica iniciada em 2002. Em comparação a outubro, quando eram R$ 869,3 bilhões, houve um aumento expressivo.

Variações ao longo do ano

A despeito do gasto com juros, houve redução mensal de 0,07 ponto percentual da dívida bruta, que se atribui a:

  • Variação do PIB nominal: redução de 0,6 p.p.;
  • Resgate líquido da dívida: redução de 0,3 p.p.;
  • Evolução dos juros nominais apropriados: aumento de 0,7 p.p.;
  • Efeito da desvalorização cambial: aumento de 0,2 p.p.

Já no acumulado de 2024, a dívida bruta aumentou 3,9 pontos percentuais, passando de 73,8% do PIB em 2023 para os atuais 77,75%. Sob o governo Lula, o crescimento acumulado foi de 6,1 pontos percentuais.

Os principais fatores do aumento em 2024 foram:

  • Incorporação de juros nominais: alta de 6,9 p.p.;
  • Emissão líquida de dívida: alta de 0,7 p.p.;
  • Desvalorização cambial acumulada: alta de 0,9 p.p.;
  • Reconhecimento de dívida: alta de 0,2 p.p.;
  • Crescimento do PIB nominal: queda de 4,7 p.p.

Além dos gastos com juros, a DBGG inclui o governo federal, o INSS e os governos estaduais e municipais, consolidando o panorama da dívida pública nacional.

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