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Dólar tem nova queda e acumula desvalorização em janeiro

O dólar registra mais uma queda e mantém trajetória de desvalorização, refletindo a decisão da Selic e influências do mercado internacional.
(Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil)
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O dólar fecha em baixa nesta quinta-feira (30), registrando a nona sessão consecutiva de queda e encerrando o dia a R$ 5,8532. O movimento reflete um cenário de otimismo no mercado brasileiro após a decisão do Banco Central do Brasil sobre a taxa Selic. Apesar de iniciar o dia em alta, a moeda norte-americana perdeu força ao longo da sessão, acompanhando a valorização de outras moedas e o apetite por risco dos investidores.

A desvalorização do dólar foi também influenciada por declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reforçou a independência da Petrobras nas decisões de preços e confirmou a autonomia do Banco Central do Brasil. No mercado externo, o dólar recuou em relação a moedas emergentes, particularmente aquelas ligadas a commodities, devido à maior busca por ativos de risco e ao bom desempenho das bolsas nos Estados Unidos.

Dólar: cotação e contexto

O dólar comercial terminou o dia com queda de 0,26%, cotado a R$ 5,8532, atingindo o menor valor desde o final de novembro de 2023. Em janeiro, a moeda acumula uma desvalorização de 5,27%. No mercado futuro, o contrato de dólar para fevereiro também apresentou um leve recuo, fechando a R$ 5,8540.

Cotações do dólar:

Dólar comercial:

  • Compra: R$ 5,853
  • Venda: R$ 5,853

Dólar turismo:

  • Compra: R$ 5,962
  • Venda: R$ 6,142

Impacto da política monetária brasileira

O Banco Central do Brasil anunciou na quarta-feira um aumento da taxa básica de juros (Selic) para 13,25% ao ano, mantendo uma postura cautelosa em relação à inflação. A decisão teve um impacto imediato nas expectativas do mercado financeiro, que agora avalia os próximos passos da política monetária no país.

O comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) destacou que a evolução futura dos juros será determinada pelo compromisso com a estabilidade da inflação. A ausência de uma orientação clara além de março, deixou o mercado dividido quanto ao tamanho do aperto monetário necessário para controlar os preços.

O tom do Banco Central do Brasil sugeriu que as próximas decisões dependerão das condições econômicas, como o comportamento dos preços e as expectativas de inflação. Isso influenciou diretamente a percepção de risco dos investidores, que seguem de olho nas próximas ações do governo e do Banco Central.

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Vídeo do canal Cortes 247 no YouTube.

Cenário internacional e influências externas

No cenário internacional, a manutenção das taxas de juros nos Estados Unidos pelo Federal Reserve contribuiu para a desvalorização do dólar em relação a outras moedas. A instituição decidiu não alterar os juros, reforçando a ideia de que a política monetária norte-americana está bem calibrada para o momento atual. Esse contexto acabou favorecendo moedas de países emergentes, como o real.

Além disso, a percepção de que os juros nos Estados Unidos continuarão elevados por mais tempo aumenta a incerteza ao cenário global, mas também cria oportunidades para mercados que oferecem melhores retornos. As declarações de autoridades norte-americanas indicaram uma postura mais cautelosa, sem pressa para novos ajustes na política monetária.

Perspectivas para o dólar

A trajetória do dólar permanece incerta, com as próximas semanas prometendo volatilidade. A atenção do mercado estará voltada para novos dados econômicos, decisões de política monetária e as condições externas, que continuarão influenciando o comportamento da moeda.

Apesar da sequência de quedas recentes, o cenário pode se alterar rapidamente, dependendo das movimentações econômicas tanto no Brasil quanto no exterior. A relação entre a taxa de juros, inflação e política monetária será essencial para determinar os rumos da cotação do dólar nos próximos meses.

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