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Endividamento levou Dasa e Amil a desistirem da fusão com Oncoclínicas

O cancelamento da fusão entre Dasa, Amil e Oncoclínicas, por causa da dívida de R$ 6 bilhões da última, mostra os desafios do setor de saúde no Brasil. As ações da Oncoclínicas subiram, indicando maior confiança do mercado. O CEO Bruno Ferrari acredita que isso mostra o potencial da empresa e como essa mudança impacta as operadoras de saúde.
Fachada da Oncoclínicas com os logotipos da Amil e Dasa sobrepostos, representando a desistência da fusão com Oncoclínicas.

O alto endividamento da Oncoclínicas (ONCO3), estimado em R$ 6 bilhões, foi o principal motivo para que a Dasa (DASA3) e a Amil desistissem da fusão com a empresa. Além disso, as taxas de juros elevadas tornaram o negócio ainda menos viável. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, essa decisão destaca os desafios do setor de aquisição no setor de saúde Brasil e aumenta a preocupação com endividamento corporativo em empresas de saúde.

Quem tomou a decisão de desistir a fusão com Oncoclínicas?

A decisão de desistir da fusão foi tomada pela família Bueno e por José Seripieri Junior, principais acionistas e controladores da Dasa e da Amil. Após uma análise detalhada, perceberam que a Oncoclínicas tinha um nível de endividamento muito alto. As dívidas, combinadas com taxas de juros e investimentos em saúde, tornaram a operação financeiramente inviável.

O empresário Nelson Tanure surge como um possível interessado em dividir o controle na Oncoclínicas (ONCO3), segundo o colunista Lauro Jardim. Com a desistência da fusão, ele pode negociar e explorar novas oportunidades no setor de saúde. Tanure é conhecido por investir em companhias em dificuldades, reestruturá-las e revendê-las.

Como o mercado reagiu a suspensão da fusão com Oncoclínicas

Com o cancelamento da fusão reforça a concorrência no mercado de saúde brasileiro e pode impactar a participação de mercado das operadoras de saúde.

O CEO da Oncoclínicas, Bruno Ferrari, disse em entrevista à IstoÉ Dinheiro que a entrada de um novo sócio e a valorização das ações mostram que o mercado reconhece a solidez da empresa. Segundo ele, o preço das ações não refletia o real valor da companhia e essa movimentação foi uma ‘notícia feliz’ para a administração. A decisão também afeta as estratégias de expansão de operadoras de saúde e a regulamentação de fusões no setor de saúde.

Fortes altas nas ações da Oncoclínicas e investimento da Latache

Mesmo com o cancelamento da fusão, as ações da Oncoclínicas tiveram forte valorização na semana. No dia 17 de fevereiro, ONCO3 estava cotada a R$ 1,97 e, na sexta-feira (21/02), encerrou o pregão em R$ 4,90. Nos últimos cinco dias, a alta foi de mais de 148%, impulsionada pela compra de ações pela gestora Latache.

Confira no vídeo o que aconteceu com as ações da Oncoclínicas

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O comunicado da gestora Latache sobre a compra das ações da Oncoclínicas

Na quarta-feira (19/02), a Oncoclínicas informou ao mercado que a gestora Latache comunicou a aquisição de uma participação relevante na empresa por meio de dois de seus fundos de investimento. Sob o comando de Renato Azevedo, a Latache investe em oportunidades estratégicas com alto potencial de valorização. Com essa operação, a gestora passou a deter aproximadamente 7% da companhia, totalizando mais de 44 milhões de ações.

Ferrari destacou que o mercado finalmente está reconhecendo o verdadeiro valor da empresa, que antes estava subestimado. A alta nas ações demonstra um novo nível de confiança dos investidores e reforça a importância da análise de risco em investimentos em saúde e do impacto financeiro de fusões em saúde.

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