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Bombril pede recuperação judicial para tentar evitar colapso

A Bombril, conhecida por seus produtos de limpeza, enfrenta um momento crítico e pediu recuperação judicial para reestruturar suas dívidas bilionárias. Com um histórico de dificuldades financeiras e autuações fiscais que podem ultrapassar R$ 2,3 bilhões, a empresa busca evitar um colapso e garantir a continuidade de suas operações. A aceitação do pedido pela Justiça suspendeu ações de cobrança, permitindo que a Bombril se concentre na reorganização financeira. Descubra como a empresa planeja reverter sua situação e quais medidas estão sendo adotadas para retomar sua posição de destaque no mercado.
A imagem mostra diversos produtos da marca Bombril para representar que a Bombril pede recuperação judicial.
Bombril pede recuperação judicial e tenta evitar colapso. Foto: Divulgação.

A Bombril pede recuperação judicial em um esforço para reestruturar suas dívidas bilionárias e garantir a continuidade de suas operações. O pedido foi protocolado na 1ª Vara Regional Empresarial de São Paulo e aceito pela Justiça, suspendendo execuções de dívidas contra a empresa por um período de 180 dias. Agora, a Bombril tem até 60 dias para apresentar um plano de RJ.

Motivos da recuperação judicial da Bombril

A Bombril pediu recuperação judicial devido a disputas tributárias e processos judiciais que ameaçam sua sustentabilidade financeira. A empresa enfrenta autuações fiscais que podem chegar a R$ 2,3 bilhões, decorrentes de impostos supostamente não pagos entre 1998 e 2001, período em que era controlada pelo grupo italiano Cragnotti & Partners.

Além disso, a companhia acumula uma dívida de R$ 332,8 milhões, afetando sua saúde financeira, limitando o acesso a crédito empresarial e dificultando novos investimentos. A administração da Bombril reavaliou os riscos e decidiu recorrer à recuperação judicial como alternativa para evitar um colapso financeiro.

Impactos e medidas adotadas

Com a aceitação do pedido, todas as ações de cobrança contra a empresa estão suspensas. Isso impede que credores realizem penhoras de bens, arrestos ou apreensões de equipamentos, permitindo que a Bombril concentre esforços na reorganização financeira. A Laspro Consultores Ltda. foi nomeada como administradora judicial para conduzir o processo de recuperação.

Entre os principais credores da Bombril estão bancos e instituições financeiras como Banco ABC Brasil, C6 Bank, Banco Daycoval e Tribanco. A empresa agora busca renegociar passivos e garantir um equilíbrio entre custos operacionais e fluxo de caixa.

Veja mais detalhes da recuperação judicial da Bombril abaixo:

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Histórico de dificuldades financeiras

Esta não é a primeira crise enfrentada pela Bombril. Após a morte de seu fundador, Roberto Sampaio Ferreira, em 1981, a empresa passou por disputas societárias e trocas de controle. Em 2003, entrou em administração judicial após conflitos entre acionistas. Nos anos seguintes, sofreu com falta de produtos no mercado e acumulação de passivos financeiros.

Agora, a Bombril pede recuperação judicial para evitar impactos maiores no setor e manter suas operações. A expectativa é que o plano de recuperação contemple ajustes no modelo de negócios, otimização da gestão financeira e estratégias para ampliar a captação de recursos. Caso consiga reverter a situação, a empresa pode retomar sua posição de destaque no setor de produtos de limpeza.

Com a recuperação judicial, a Bombril pretende estruturar acordos com credores e assegurar a continuidade de suas atividades. A empresa aposta na reformulação de processos e na adoção de um modelo sustentável para superar sua crise financeira.

Se bem-sucedida, a reestruturação permitirá que a companhia fortaleça sua presença no mercado, garantindo competitividade e retomando o crescimento. A Bombril pede recuperação judicial, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para reverter sua situação e consolidar-se novamente como referência no setor de higiene e limpeza doméstica.

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