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Americanas tem queda no balanço e receita encolhe 17%

Com prejuízo de R$ 496 mi, Americanas registra queda nas vendas, encerra lojas e tenta manter estabilidade com foco em eficiência e reestruturação.
Investidores buscam indenização da Americanas por perdas causadas pela fraude contábil. Prazo para entrar na ação termina nesta quarta (21).
(Imagem: divulgação/ Itajaí Shopping)
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A Americanas prejuízo 1T25 registrou resultado negativo de R$ 496 milhões entre janeiro e março deste ano. No mesmo período de 2024, a empresa havia apresentado lucro de R$ 453 milhões. O desempenho atual foi impactado por efeitos não recorrentes do ano passado, ligados à execução do Plano de Recuperação Judicial.

A receita líquida caiu para R$ 3,1 bilhões, um recuo de 17,4% na comparação anual. Segundo a empresa, a antecipação da Páscoa para o segundo trimestre dificultou as vendas no início do ano.

Quais fatores contribuíram para o prejuízo da Americanas?

O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 20 milhões, revertendo o lucro operacional de R$ 243 milhões registrado no 1T24. Já o Ebitda sem ajustes foi de -R$ 35 milhões, frente ao resultado positivo de R$ 1,3 bilhão do mesmo período do ano anterior.

O volume bruto de mercadorias (GMV) totalizou R$ 4,1 bilhões, retração de 24,8% em relação ao primeiro trimestre de 2024. O canal físico das Americanas teve melhor desempenho, com R$ 3,1 bilhões e queda de 21,1%. Já o canal digital, ainda em fase de recuperação, recuou 60,9% e fechou em R$ 360 milhões.

O prejuízo das Americanas também refletiu na estrutura financeira. A dívida bruta somou R$ 1,8 bilhão, composta majoritariamente por debêntures. No entanto, as disponibilidades da companhia superaram esse valor: foram R$ 2,1 bilhões em caixa e recebíveis, garantindo uma posição líquida positiva de R$ 268 milhões.

A empresa segue seu plano de reestruturação. No período, encerrou as operações de 26 lojas que não atendiam aos critérios de rentabilidade. A empresa reduziu a área de vendas em 1,6% para melhorar a eficiência por metro quadrado e diminuir o custo de ocupação.

Mesmo após ter encerrado 2023 com prejuízo de R$ 2,27 bilhões, a empresa lucrou R$ 8,2 milhões em 2024. Agora, o desafio da gestão está em manter a estabilidade do caixa e retomar o crescimento, com foco em eficiência operacional e reorganização comercial. 

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