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Marisa vira o jogo e registra lucro de R$ 2,3 milhões no 1º tri de 2024

Após perdas em 2024, Marisa lucra R$ 2,3 mi no 1º tri de 2025 com receita maior, corte de custos e recuperação de créditos tributários não recorrentes.
https://economicnewsbrasil.com.br/2024/09/16/marisa-registra-prejuizo-de-r-102-milhoes-no-2o-trimestre/
(Imagem: divulgação/Marisa)

A Marisa reverteu prejuízo e conseguiu fechar o primeiro trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 2,3 milhões. No mesmo período de 2024, a varejista havia registrado perdas de R$ 148,3 milhões. Essa virada no balanço veio após uma combinação de aumento na receita e redução expressiva das despesas.

O que mudou nos números da Marisa?

A receita líquida da companhia teve crescimento de 17,7% em relação aos três primeiros meses de 2024, alcançando R$ 298 milhões. Já as despesas operacionais encolheram 41,2%, totalizando R$ 111 milhões.

O recuo nos gastos se deve, em grande parte, a um ganho de R$ 79,3 milhões registrado como “outras receitas operacionais”. Esse montante representa quase 15 vezes o valor do ano anterior, impulsionado pela recuperação de créditos tributários — uma receita considerada não recorrente.

Esse movimento permitiu que o resultado operacional da Marisa deixasse o terreno negativo. O indicador passou de um prejuízo de R$ 73 milhões para um saldo positivo de R$ 41,2 milhões.

O Ebitda, que mede o desempenho operacional sem considerar efeitos financeiros e contábeis, também teve forte avanço. A Marisa saiu de um resultado negativo de R$ 29,6 milhões no início de 2024 para um Ebitda positivo de R$ 86,4 milhões neste ano.

O resultado financeiro líquido ainda está no vermelho, mas melhorou ligeiramente. O saldo ficou negativo em R$ 28,8 milhões, uma redução de 2,6% frente ao mesmo período do ano passado.

Endividamento preocupa ou está sob controle?

O único dado que acendeu alerta foi o aumento da dívida da Marisa. Em relação ao quarto trimestre de 2024, o endividamento cresceu 275% e chegou a R$ 110,3 milhões.

Apesar disso, a alavancagem — medida pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda dos últimos 12 meses — ainda permanece em um nível considerado moderado. Passou de 0,2 vez para 0,5 vez no período.

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