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Preço do petróleo após ataque ao Irã dispara e bolsas globais recuam

Preço do petróleo sobe mais de 7% após ataque de Israel ao Irã. Bolsas caem, ouro avança e Estreito de Ormuz vira ponto-chave no mercado.
Alta no preço do petróleo após ataque ao Irã
O mercado reage ao impacto do preço do petróleo após ataque ao Irã. (Imagem Ilustrativa)
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O preço do petróleo após ataque ao Irã subiu mais de 7% nesta sexta-feira (13), registrando a maior alta intradiária desde 2022. A escalada ocorreu após Israel bombardear alvos estratégicos em território iraniano. O risco de retaliação elevou o temor global sobre fornecimento de energia.

O Brent subiu 7,77% e foi negociado a US$ 74,75. O WTI, referência nos Estados Unidos, aumentou 8,38%, alcançando US$ 73,74. Ambos atingiram os níveis mais altos desde janeiro.

Estreito de Ormuz preocupa mercado global de energia

Especialistas voltaram a alertar para o Estreito de Ormuz. Cerca de 20% do petróleo consumido globalmente passa por essa rota estratégica. Um bloqueio elevaria ainda mais o preço do petróleo após ataque ao Irã.

Apesar da tensão, o fluxo segue inalterado. Mesmo assim, o JPMorgan prevê que uma interrupção na passagem pode levar o barril a custar entre US$ 120 e US$ 130. A volatilidade aumentou com o risco de escalada regional.

Investidores buscam ativos seguros; ouro e dólar avançam

Com a elevação do preço do petróleo após ataque ao Irã, investidores buscaram ativos mais seguros. O ouro subiu 1,25% e o dólar ganhou força. O franco suíço também valorizou.

No Brasil, sobre o preço do petróleo após ataque, o Ibovespa iniciou o dia em queda. Bolsas asiáticas recuaram: o Nikkei caiu 0,89%, o Hang Seng recuou 0,59% e o SSEC perdeu 0,75%. Na Europa, o Euro Stoxx 50 recuava 1,30%. Nos EUA, os índices futuros operavam no vermelho, com exceção do setor de energia.

Veja o vídeo sobre os ataques:

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Preço do petróleo após ataque ao Irã pressiona mercados

Apesar do salto recente, analistas avaliam que o aumento no preço do petróleo após ataque ao Irã ainda não reflete uma queda real na produção. A Chevron e a ExxonMobil, por exemplo, avançaram antes da abertura dos mercados americanos.

O Barclays e a Rystad indicam que o movimento pode perder força caso a crise não se agrave. A estabilidade no Estreito de Ormuz segue como fator decisivo. A tensão permanece alta, mas os mercados observam o desfecho diplomático antes de reagir com mais intensidade.

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