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Adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 ainda não foi concluída por 30%, diz Anbima

A adaptação à Resolução CVM 175 está transformando o mercado financeiro brasileiro, com 30% dos fundos em transição. A norma permite alocação de até 100% do portfólio no exterior, promovendo maior segurança jurídica. Apesar dos desafios, espera-se um setor mais competitivo e alinhado aos padrões globais. Descubra como essa regulamentação molda o futuro dos investimentos no Brasil.
adaptação dos fundos à Resolução CVM 175.
Um destaque da adaptação dos fundos é a permissão para alocar até 100% do portfólio no exterior. (Foto: Anbima)
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A adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 mobiliza o mercado financeiro intensamente nos últimos meses. Embora o prazo final para a transição tenha terminado em (30/06), cerca de 30% dos fundos brasileiros ainda não seguiram integralmente as novas regras, conforme aponta o painel Radar 175 da Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. Nesse cenário, a nova norma da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) promove mudanças estruturais relevantes na indústria de fundos e, além disso, busca modernizar o setor, garantindo mais segurança jurídica e transparência.

Adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 transforma a estrutura do setor

A adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 exige reestruturação de classes e subclasses, revisão de documentos, além de ajustes operacionais entre administradores, gestores e custodiante. Dos 32.639 fundos ativos, 23.147 já estavam classificados sob as regras da Resolução 175 — cerca de 70,9% do total. Outros 6.507 fundos foram criados já dentro da nova regulamentação. O restante segue em fase de transição ou encerramento.

Adaptação dos fundos à Resolução CVM 175 impulsiona internacionalização

Outro destaque da adaptação dos fundos é a permissão para alocar até 100% do portfólio no exterior, desde que as exigências da norma sejam cumpridas. Isso amplia o leque de estratégias disponíveis aos gestores e reforça a integração do Brasil ao mercado financeiro global. Contudo, a Anbima também monitora, em tempo real, os fundos com perfil internacional e sua evolução mensal.

Adaptação dos fundos exige tecnologia e governança

Apesar do avanço, a regularização dos fundos à Resolução CVM 175 esbarra em desafios tecnológicos e operacionais. Assim, as plataformas precisaram ser atualizadas para refletir as novas classificações, além de novos relatórios regulatórios e requisitos de governança. Ainda assim, a norma vem sendo bem recebida por promover um marco regulatório unificado.

Com a consolidação do processo de transição, a expectativa é de um mercado mais competitivo, transparente e alinhado com padrões globais. A Anbima mantém atualizações constantes no Radar CVM 175, permitindo que investidores acompanhem a evolução da norma no setor.

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