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Brics busca alternativa ao FMI com fundo próprio de apoio

O Brics vai iniciar, no segundo semestre de 2025, discussões para ampliar seu fundo emergencial de apoio entre países-membros, criando uma alternativa concreta ao FMI, com foco no uso de moedas locais e autonomia financeira do Sul Global.
Bandeiras dos países do Brics e parceiros reunidas durante evento que discute criação de alternativa ao FMI
Países do Brics e de novos membros alinhadas em reunião que propõe alternativas economicas. (Foto: Reprodução/Brics)

O Brics quer criar uma alternativa ao FMI ainda em 2025. O grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul vai discutir, neste ano, a ampliação de um fundo emergencial de apoio financeiro entre seus membros. Dessa forma, o objetivo é tornar-se opção ao Fundo Monetário Internacional em momentos de crise cambial ou falta de liquidez. A medida busca aumentar a autonomia financeira do bloco e reduzir a dependência de instituições dominadas por potências ocidentais.

Fundo do Brics estuda oferecer ajuda sem condicionar cortes de gastos

Diferente do Fundo Monetário Internacional (FMI), que geralmente exige cortes de gastos e reformas econômicas para liberar recursos. A alternativa ao FMI proposta pelo Brics pretende ser mais flexível e baseado na cooperação. Apesar de criado em 2014, o fundo segue inativo — cenário que tende a mudar com o avanço da nova ampliação do Brics, tendo a entrada de países como Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes, Etiópia e Irã.

A alternativa ao FMI permitirá que os países acessem parte das reservas internacionais do grupo em momentos de necessidade. A China é a maior contribuinte, seguida por Brasil, Índia, Rússia e África do Sul. Dessa forma, o bloco quer distribuir essa estrutura também com os novos membros, como já acontece com o banco de desenvolvimento do Brics, presidido por Dilma Rousseff.

Alternativa ao FMI também inclui novo sistema de pagamentos

Além da alternativa ao FMI, os líderes do grupo discutem a criação de um sistema digital de pagamentos que dispense o uso do dólar, fortalecendo as moedas locais. O chamado Brics Bridge é uma plataforma que poderá simplificar transações comerciais internas. Assim, reforçando a soberania econômica dos membros.

A pauta será um dos temas centrais da cúpula do Brics, entre os dias 22 e 24 de outubro, em Kazan, na Rússia. O Brics responde atualmente por 36% do PIB mundial, ultrapassando o G7 em termos de peso econômico agregado. Assim, o grupo intensifica a pressão por maior protagonismo nas decisões financeiras globais.

O que é o BRICS?

É uma aliança de cooperação econômica, política e estratégica entre essas cinco nações. O grupo surgiu inicialmente como BRIC, termo criado pelo economista Jim O’Neill em 2001, e foi oficialmente consolidado com a entrada da África do Sul em 2010, formando o BRICS.

Confira no vídeo mais informações sobre o BRICS:

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BRICS é uma sigla que representa um grupo de países emergentes composto por:

  • Brasil
  • Rússia
  • Índia
  • China
  • Sul da África (África do Sul)
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