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Ministros do STF com visto cancelado nos EUA: veja quem está na lista

A recente decisão do governo dos Estados Unidos de cancelar os vistos de entrada de oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo Alexandre de Moraes, gerou reações políticas e jurídicas. Classificada como "caça às bruxas" por Marco Rubio, a medida é vista como uma retaliação às ações judiciais contra Jair Bolsonaro. A inclusão de familiares na revogação torna a situação mais complexa, levantando questões sobre a relação entre os dois países. Descubra os detalhes dessa crise diplomática!
ministros do STF com visto cancelado em tensão diplomática com os EUA.

A decisão do governo dos Estados Unidos de cancelar o visto de entrada de oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo Alexandre de Moraes, gerou forte repercussão política, jurídica e se tornou um foco de retaliação diplomática entre os dois países. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado do presidente Donald Trump, Marco Rubio, que classificou a atuação do ministro como uma “caça às bruxas política” contra Jair Bolsonaro.

Segundo Rubio, a medida é uma retaliação direta à ordem de Alexandre de Moraes para uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Bolsonaro. Além disso, a revogação se estende também aos familiares dos ministros, o que ampliou o impacto da medida.

Lista dos ministros do STF com visto cancelado nos EUA

A lista de ministros do STF com visto cancelado inclui nomes de grande destaque na Corte. Foram afetados:

  • Alexandre de Moraes
  • Luís Roberto Barroso
  • Dias Toffoli
  • Cristiano Zanin
  • Flávio Dino
  • Cármen Lúcia
  • Edson Fachin
  • Gilmar Mendes

Além desses, fontes indicam que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também poderá ter o visto revogado. Gonet é autor da denúncia contra suspeitos de envolvimento em uma trama golpista e defendeu, em alegações finais, a prisão de Bolsonaro. Líderes políticos e analistas têm classificado a medida como sem precedentes contra integrantes da Justiça brasileira, reforçando o posicionamento político do governo Trump em relação às decisões da Corte.

O que motivou o cancelamento dos vistos dos ministros do STF

A decisão de revogar os vistos dos ministros do STF com visto cancelado foi impulsionada pela nova fase das investigações contra Jair Bolsonaro. Na manhã de sexta-feira (18/07), a Polícia Federal deflagrou uma operação autorizada por Alexandre de Moraes, que incluiu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao Partido Liberal, além da imposição de uso de tornozeleira eletrônica ao ex-presidente.

Na residência de Bolsonaro, os agentes apreenderam US$ 14 mil em espécie e um pendrive cujo conteúdo ainda não foi divulgado. Assim, com a operação autorizada por Moraes e as medidas judiciais contra Bolsonaro, a decisão de Marco Rubio foi rapidamente interpretada como uma resposta política direta, transformando o cancelamento dos vistos em uma forma de sanção diplomática simbólica. Nos bastidores da política americana, aliados de Trump já vinham pressionando por ações mais duras contra o STF. Desde então, o foco aumentou, especialmente após decisões da Corte em temas sensíveis como a regulação de plataformas digitais e, mais recentemente, até sobre o sistema de pagamento brasileiro PIX, que foi lançado durante o governo Bolsonaro.

Ministros poupados e impacto prático da sanção

Ministros como André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques não foram alvo da medida. Pois, Mendonça e Nunes foram nomeados por Bolsonaro, enquanto Fux tem feito críticas à rigidez das penas aplicadas aos investigados do 8 de janeiro.

Diferentemente de Moraes, que raramente viaja aos EUA, outros ministros como Barroso e Gilmar Mendes costumam participar de eventos e têm familiares que residem no país.

Tensão diplomática e reação do STF

A decisão foi amplificada após a Embaixada dos EUA no Brasil republicar o post de Marco Rubio em sua conta oficial no X (Twitter), reforçando o respaldo institucional à medida. Segundo Rubio, as ações de Moraes e aliados “violam direitos básicos dos brasileiros” e ainda “atingem os americanos”.

O Supremo Tribunal Federal, até o momento, não se manifestou oficialmente sobre o episódio.

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