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China credencia 183 empresas brasileiras para exportação de café

A exportação de café do Brasil para a China aumentou após o credenciamento de 183 empresas pelo governo chinês, especialmente com as altas tarifas dos EUA sobre o produto. Embora os EUA ainda sejam o maior consumidor do café brasileiro, a China está consumindo cada vez mais. O Brasil, principal produtor de café arábica, pode aproveitar essa nova oportunidade comercial e fortalecer sua posição no mercado global. Veja como essa mudança pode afetar a cafeicultura nacional.
exportação de café para a China
Café brasileiro ganha novos caminhos com habilitação de 183 empresas para exportação de café para a China (Imagem: Canva)

A exportação de café para a China ganhou novo impulso após a autorização de 183 empresas brasileiras pelo governo chinês. O anúncio foi feito no sábado (02/08) pela Embaixada da China no Brasil, por meio das redes sociais. A medida passou a valer em 30 de julho e representa uma resposta comercial relevante, no mesmo período em que os Estados Unidos impuseram uma tarifa de 50% sobre o café brasileiro.

Exportação de café para a China avança enquanto EUA elevam barreiras

Atualmente, os EUA são o maior destino do café brasileiro, com 3,3 milhões de sacas exportadas no primeiro semestre de 2025, segundo o Cecafé. Já a exportação de café para a China, embora menor em volume, apresentou crescimento relevante: 529.709 sacas no mesmo período. O consumo per capita chinês ainda é de apenas 16 xícaras ao ano, frente à média global de 240, o que reforça o potencial de crescimento.

Segundo o Cepea/Esalq, o redirecionamento da produção exigirá logística ágil e estratégia comercial refinada para mitigar impactos econômicos. Como o café pode ser armazenado sem perda de qualidade, o setor ganha tempo para reposicionar os embarques e ampliar a exportação de café para a China como alternativa viável.

Brasil lidera produção de café arábica e amplia vantagem global

O Brasil é o maior produtor mundial de café, com safra estimada em 66 milhões de sacas de 60 kg em 2024/25, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Só de arábica, o país colheu 43,7 milhões de sacas, cerca de 44% da produção mundial da variedade mais demandada pelos norte-americanos.

Na comparação, o Vietnã aparece em segundo lugar, com cerca de 30 milhões de sacas — quase exclusivamente de robusta. A Colômbia, com 13,2 milhões de sacas, colheu menos de um terço da produção brasileira. A liderança brasileira reforça sua posição estratégica ao sustentar a exportação de café para a China como alternativa às vendas para os EUA.

Movimento chinês enfraquece impacto da tarifa americana

Mais do que uma abertura de mercado, a exportação de café para a China se consolida como resposta coordenada à ofensiva tarifária dos EUA. Ao credenciar empresas brasileiras, a China demonstra disposição para ampliar o fluxo bilateral e atenuar os efeitos econômicos da retaliação americana.

Com forte presença logística e liderança global em arábica, o Brasil pode reorganizar sua estratégia externa, redirecionando parte da oferta ao mercado chinês. A médio prazo, esse movimento tende a alterar o eixo da exportação de café para a China, tornando-o mais relevante na balança comercial cafeeira do país.

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