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Mineração na Amazônia na COP30 reforça debate sobre legalidade e sustentabilidade

A mineração na Amazônia será um dos principais temas da COP30 em Belém. O evento discutirá a sustentabilidade e o combate ao garimpo ilegal, destacando a redução de 84% na extração irregular entre 2022 e 2024. Empresas como a Vale promovem a mineração legal e sustentável, contribuindo para a preservação ambiental. A COP30 promete fortalecer a imagem do setor mineral e deixar um legado positivo para a região. Descubra como essas discussões moldarão o futuro da Amazônia!

A mineração na Amazônia na COP30 será destaque na conferência do clima da ONU, marcada para Belém. O evento coloca em pauta sustentabilidade, combate ao garimpo ilegal e impacto socioeconômico da atividade mineral na região. Segundo o Instituto Escolhas, a extração irregular vem caindo de forma expressiva.

Entre janeiro e julho de 2024, o garimpo ilegal recuou 84% em relação ao mesmo período de 2022, último ano do governo anterior. A redução foi impulsionada pela obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica e pelo fim da presunção de boa-fé para compradores. Essas medidas levaram a uma queda de 45% na produção oficial em 2023 — menos 14 toneladas de ouro, equivalentes a US$ 869 milhões. No Pará, a retração foi de 57%, com 10 toneladas a menos.

Mineração na Amazônia na COP30 e preservação ambiental

Para empresas como a Vale, que atua na região há 40 anos, a COP30 é uma chance de diferenciar a mineração legal e sustentável do garimpo ilegal. No Mosaico de Carajás, no sudeste do Pará, a companhia mantém seis unidades de conservação que somam 800 mil hectares, e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) faz a gestão dessas áreas.Apenas 3% dessa área é usada para a extração de minério de ferro, cobre e níquel. O Pará concentra cerca de 60% da produção total de minério de ferro da mineradora.

A Floresta Nacional de Carajás (Flona) exemplifica a integração entre mineração e preservação, com reflorestamento e monitoramento ambiental. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), a coexistência é possível desde que haja rigor técnico e práticas sólidas de ESG. Assim, a fiscalização contínua e o cumprimento das exigências legais tornam-se essenciais para minimizar impactos.

Além disso, a Vale será uma das patrocinadoras da COP30 e apoia projetos como o Parque da Cidade, que sediará as principais reuniões. Entre as ações planejadas, a Vale lançará o álbum “Árvores do Mundo” para educação ambiental infantil, reforçando o compromisso com rastreabilidade na mineração e preservação ambiental na Amazônia. Assim, essas iniciativas evidenciam como a mineração na Amazônia na COP30 pode fortalecer a imagem do setor e deixar um legado positivo para a região.

A COP-30, ou 30ª Conferência das Partes da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas, ocorrerá na cidade de Belém, no estado do Pará, no período de 10 a 21 de novembro de 2025 .

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