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Fusões e aquisições no setor de logística em alta no Brasil e no mundo

O setor de fusões e aquisições em logística está em ascensão no Brasil e no mundo. Com transações bilionárias, novas oportunidades surgem para investidores. Recentemente, a CMA CGM adquiriu 48% da Santos Brasil por R$ 6,3 bilhões, enquanto a Lenarge se uniu à Zero Carbon Logistics, projetando R$ 2 bilhões em faturamento no primeiro ano. A busca por eficiência e sustentabilidade molda o futuro do setor. Descubra como essas mudanças estão transformando o mercado!
fusões e aquisições no setor de logística
A expectativa é de que o ciclo de M&A siga aquecido, sobretudo nos segmentos com propostas digitais consistentes e alto potencial de escalabilidade. (Imagem: Canva)

Enquanto parte do mercado adia investimentos, aguardando maior previsibilidade, o setor de fusões e aquisições no setor de logística segue movimentando transações bilionárias. A volatilidade macroeconômica, que afasta alguns, cria oportunidades para players estratégicos.

De acordo com o Transportation & Logistics M&A Pulse (PMCF Investment Banking), 2024 registrou 511 transações globais, queda de 5% em relação a 2023, mas ainda com alto volume. Já no 1T25, levantamento da R.L. Hulett & Company apontou 250 operações, avanço de 3,3% sobre o trimestre anterior, mesmo com retração de 4,9% frente ao mesmo período de 2024.

Fusões e aquisições no Brasil

O Brasil acompanha o dinamismo global. Entre os exemplos recentes, a CMA CGM adquiriu 48% da Santos Brasil em setembro de 2024, numa transação de R$ 6,3 bilhões, com expectativa de oferta pública subsequente. A operação envolveu a compra de cerca de 215 milhões de ações e 40 milhões de GDRs da operadora portuária.

Outro caso relevante ocorreu em abril de 2025, quando a Lenarge adquiriu a Zero Carbon Logistics, pioneira em logística sustentável no país, com frota de veículos elétricos e movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL). A fusão projeta faturamento conjunto de R$ 2 bilhões no primeiro ano, representando crescimento de 30% para a Lenarge.

Tecnologia e sustentabilidade no radar

Segundo o Distrito LogTech Report (KPMG, Volvo e VLi), o Brasil conta com 283 logtechs ativas, quase metade focadas em gestão logística. Com custos operacionais equivalentes a 12,7% do PIB, segundo dados do ILOS e da CNT, a busca por eficiência, digitalização logística e automação no transporte impulsiona investimentos e aquisição de ativos.

Sustentabilidade, inovação e integração de cadeias produtivas são hoje fatores decisivos para expansão empresarial e consolidação de empresas no setor.

Fusões e aquisições no setor de logística

Entre as movimentações internacionais mais recentes, destacam-se:

  • DSV concluiu a compra da DB Schenker por € 14,3 bilhões.
  • CEVA Logistics adquiriu a divisão logística da turca Borusan por US$ 440 milhões.
  • Purolator comprou a Livingston International por US$ 684 milhões.
  • Schneider National incorporou a Cowan Systems por US$ 390 milhões.
  • Ryder adquiriu a Cardinal Logistics por US$ 297 milhões.
  • WiseTech comprou a e2open, ampliando sua plataforma global de software.
  • FedEx adquiriu a RouteSmart Technologies, especializada em IA para otimização de rotas.

Perspectivas fusões e aquisições no setor de logística

As fusões e aquisições no setor de logística continuam ganhando força, sustentadas por fatores sólidos: investidores estratégicos e private equity se posicionam em meio à estabilização das taxas de frete e racionalização de valuations, criando terreno propício para consolidação. Além disso, a antecipação de maior clareza nas políticas tarifárias e estabilidade macroeconômica reforça a confiança — e mantém ativa a busca por ativos capazes de agregar tecnologia, eficiência e sustentabilidade às cadeias produtivas.

“Quando tudo está muito previsível, os preços estão lá em cima. É nas incertezas que surgem os melhores negócios”, resume Jefferson Nesello, sócio-fundador e diretor da ZAXO, empresa de M&A especializada em middle market.

Nesse contexto, a tendência é que esse ciclo de M&A permaneça ativo, especialmente naqueles segmentos com proposições digitais robustas e potencial para escala rápida.

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