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Modelo multifamily ganha força no mercado imobiliário, diz CEO do GRI Institute

O modelo multifamily avança no Brasil impulsionado pela alta dos aluguéis e pelo déficit habitacional. Segundo Gustavo Favaron, CEO do GRI Institute, essa modalidade deve crescer em cinco anos. Ele critica a resistência dos bancos em financiar os projetos.
Gustavo Favaron, CEO do GRI Institute, comenta o mercado imobiliário brasileiro
Gustavo Favaron, CEO do GRI Institute, analisa o crescimento do modelo multifamily no mercado imobiliário brasileiro (Foto: LinkedIn).
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O mercado imobiliário brasileiro enfrenta juros elevados e crédito restrito, mas novas oportunidades podem surgir. Para Gustavo Favaron, CEO do GRI Institute, a expansão do modelo multifamily, prédios voltados exclusivamente para locação, pode transformar o setor nos próximos anos. Em entrevista à Bloomberg Línea nesta terça-feira (26/08), ele destacou que, apesar do cenário desafiador, investir em imóveis residenciais segue sendo uma decisão estratégica.

O executivo aponta que a demanda por aluguel cresce em ritmo acelerado, enquanto a renda das famílias não acompanha a valorização dos imóveis. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fatia de domicílios alugados no Brasil subiu de 18,4% em 2016 para 23% em 2024.

Favaron lembra que, embora programas como o Minha Casa Minha Vida tenham ampliado o acesso à moradia, o déficit habitacional ainda pressiona o mercado imobiliário brasileiro.

Crescimento do modelo multifamily

Hoje, o modelo multifamily responde por menos de 1% do mercado residencial nacional, enquanto em países desenvolvidos é predominante. Favaron projeta que, em até cinco anos, o Brasil deve assistir a uma expansão relevante dessa modalidade. Segundo ele, a escassez de moradias torna o potencial de demanda extraordinário, especialmente em grandes centros urbanos.

Apesar do cenário favorável, o financiamento segue como principal obstáculo mercado imobiliário brasileiro. Gustavo Favaron critica a resistência dos bancos em apoiar projetos multifamily, mesmo quando o risco não difere do de empreendimentos tradicionais. Para viabilizar o setor, defende que o crédito seja estruturado com base no fluxo de aluguéis e não no Valor Geral de Vendas.

Desafios e oportunidades do mercado imobiliário brasileiro

Atualmente, a taxa de vacância dos projetos no modelo multifamily gira em torno de 10%, enquanto o tíquete médio do aluguel sobe acima da inflação. Favaron ressalta que o mercado está aquecido e que entraves burocráticos foram superados. Ainda assim, o crédito imobiliário no Brasil continua concentrado em poucas instituições.

Para destravar o crescimento, ele sugere que o governo crie linhas de crédito específicas, como ocorre em Nova York. Com demanda crescente por habitação e juros em tendência de queda, Favaron acredita que o futuro do modelo multifamily no Brasil será de forte expansão.

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