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Investimento em bolsa de luxo pode superar mercado financeiro

Enquanto os conglomerados de luxo enfrentam quedas na bolsa, o investimento em bolsas icônicas da Hermès desafia a lógica do mercado financeiro, apresentando retornos impressionantes. Com uma rentabilidade média anual de 13,9% na última década, as bolsas Birkin e Kelly superam até mesmo o CDI e o Ibovespa. Mas quanto custa realmente investir em uma Hermès que valoriza? Descubra os preços de modelos raros, o impacto da conservação e como o mercado de revenda de luxo está se expandindo no Brasil. Você apostaria no mercado financeiro tradicional ou em bolsas de luxo?
investimento em bolsa de luxo
A Hermès limita a venda a duas bolsas por ano, apenas para clientes com histórico de relacionamento com a marca. (Imagem: Ilustrativa)
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Enquanto conglomerados de luxo sofrem com quedas expressivas na bolsa, alguns itens físicos desafiam a lógica do mercado financeiro. O investimento em bolsa de luxo, especialmente em modelos icônicos da Hermès, mostra retornos que superam até índices globais. Esse movimento revela um fenômeno de escassez planejada e crescente busca por ativos tangíveis.

De acordo com dados recentemente publicados pela Forbes, bolsas Birkin e Kelly da Hermès tiveram valorização média de 13,9% ao ano na última década, o que representa um ganho acumulado de cerca de 270% no período.

Comparativo de desempenho em 10 anos

Retorno médio anual (CAGR) e acumulado

  • Hermès (Birkin/Kelly): 13,9% ao ano → acumulado ~270% (Forbes)
  • CDI (Brasil): 8,6% ao ano → acumulado ~142% (Nord Investimentos)
  • Ouro (USD): 11,1% ao ano → acumulado ~188% (Curvo)
  • Ibovespa (B3): 5,9% ao ano → acumulado ~80% (Economatica)

Esse comparativo mostra de forma clara que, no mesmo horizonte de tempo, o investimento em bolsa de luxo superou os principais indicadores tradicionais de mercado.

Quanto custa investir em uma Hermès que valoriza?

No mercado de luxo, os preços variam conforme o modelo, o material e a raridade da peça. Veja alguns valores de referência já registrados:

  • Modelos de entrada no varejo: a partir de US$ 10 mil a US$ 12 mil, mas raramente se valorizam logo após a compra.
  • Birkins de crocodilo (celebridades): entre US$ 45 mil e US$ 75 mil, segundo estimativas recentes da imprensa internacional (InStyle, PageSix).
  • Edições raras – Faubourg Birkin (2021): já alcançaram até US$ 300 mil em negociações.
  • Coleções de celebridades (ex.: Cardi B): peças de US$ 66 mil até mais de US$ 300 mil, conforme reportagens da People e PageSix.
  • Mercado de leilões (Himalaya Birkin, Christie’s): já foram vendidas por cerca de US$ 377 mil.
  • Recorde histórico (protótipo de Jane Birkin): arrematado por US$ 10,1 milhões na Sotheby’s.

Esses números mostram que o investimento em bolsa de luxo não se restringe ao consumo, mas a uma dinâmica de mercado com preços que podem rivalizar com obras de arte e relógios raros.

Investimento em bolsa de luxo e exclusividade Hermès

O sistema de cotas da Hermès restringe a compra a duas bolsas por ano e apenas para clientes com histórico de relacionamento com a marca. Essa barreira de acesso cria um mercado secundário aquecido, onde peças bem conservadas são revendidas por valores muito acima dos praticados nas boutiques oficiais. A empresária Andrea Bogosian relatou à Forbes que iniciou sua coleção em 2010 por paixão, mas percebeu retorno financeiro a partir de 2015, quando observou revendas muito superiores aos preços de loja.

Em entrevista à Forbes, Lilian Marques, CEO da Front Row, maior reseller de itens de luxo no Brasil, explicou que muitas proprietárias enviam suas bolsas ao “spa” da Hermès a cada cinco anos, o que ajuda a preservar a estética e garantir a valorização futura.

Outros ativos e investimento em bolsa de luxo versus

O contraste com outros artigos de luxo é evidente. Roupas e sapatos raramente se mantêm relevantes, sofrendo desvalorização imediata após o uso. Até mesmo bolsas de marcas tradicionais, como Chanel, podem perder até 50% do valor logo ao sair da loja. No entanto, edições limitadas da Hermès, sobretudo as de couro raro ou cores icônicas, funcionam como exceções que confirmam a regra. O fenômeno se aproxima do de relógios exclusivos, como certos modelos Rolex que alcançam cifras milionárias em leilões por serem peças culturalmente marcantes.

Riscos e oportunidades no mercado brasileiro

No Brasil, o mercado de revenda de luxo tem se expandido com plataformas especializadas e compradores atentos às tendências globais. Ainda assim, o investimento em bolsa de luxo exige curadoria, paciência e escolha criteriosa. A liquidez é alta para modelos icônicos, mas inexistente para peças comuns. O risco de bolha existe, principalmente se novos compradores entrarem sem diferenciar consumo de investimento.

O investimento em bolsa de luxo desponta como alternativa de diversificação para investidores sofisticados, que buscam ativos descorrelacionados do mercado tradicional. A próxima fronteira pode ser a tokenização, já presente em outros mercados, que permite fracionar a posse de itens raros.

E aí fica a provocação: você prefere apostar no mercado financeiro tradicional ou no investimento em bolsas de luxo?

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