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Prio (PRIO3) retoma produção do Campo Peregrino após liberação da ANP

A Prio retomou em 17/10 a produção do Campo Peregrino, após autorização da ANP, encerrando a paralisação iniciada em agosto por falhas de segurança no FPSO operado pela Equinor. A retomada marca o início do ramp up e deve reduzir o impacto financeiro estimado entre US$ 30 e 60 milhões causado pela parada.
Prio retoma produção do Campo Peregrino após liberação da ANP
Prio retoma produção do Campo Peregrino após liberação da ANP (Foto: Banco de imagens Prio)

A Prio (PRIO3) retoma produção do Campo Peregrino nesta sexta-feira (17/10), após liberação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com isso, o retorno encerra dois meses de interdição e marca o início do ramp up, processo de aumento gradual da extração no navio-plataforma Floating Production Storage and Offloading (FPSO) Peregrino, operado pela Equinor ASA, empresa norueguesa de energia.

A paralisação havia sido determinada em agosto, quando a ANP identificou pendências na documentação de segurança e falhas no sistema de dilúvio. A auditoria, realizada entre 11 e 15 de agosto (11 a 15/08), apontou riscos “graves e iminentes”, exigindo correções urgentes. Após os reparos concluídos no prazo de seis semanas, a Prio retoma produção integral, dentro do cronograma previsto.

Prio retoma produção reduzindo o impacto financeiro

Durante a interrupção, o Banco Safra estimou perdas entre US$ 30 milhões e US$ 60 milhões, o equivalente a 0,5% a 1% do valor de mercado da empresa. Considerando 100% do campo, o impacto poderia chegar a 3%. A liberação da ANP reduz esse efeito e, portanto, melhora o fluxo operacional a partir do quarto trimestre.

No início de outubro, a Prio comunicou produção média de 71.269 barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em setembro, queda de 22% ante agosto. A média do terceiro trimestre foi de 88.168 boe/dia, refletindo a parada de Peregrino e ajustes técnicos em Tubarão Martelo e Albacora Leste. Mesmo assim, as vendas trimestrais avançaram 8,2%, alcançando 8,84 milhões de barris. Desse modo, a Prio retomando sua produção em de Peregrino tende a impulsionar os números de produção nos próximos meses.

Retomada de produção reforça posição no setor

A Prio (PRIO3) é a maior empresa independente de produção de petróleo do Brasil. Seu foco está em ativos offshore maduros e de alta rentabilidade. Fundada em 2011, ela cresceu ao adquirir campos desinvestidos por grandes operadoras, aplicando tecnologia e gestão eficiente para reativar poços.

Com unidades como Frade, Albacora Leste, Tubarão Martelo e agora Peregrino, a companhia mantém forte presença na Bacia de Campos. Além disso, faz parte do índice Ibovespa e segue comprometida com expansão sustentável e geração de caixa. Com a Prio retomando produção, ela consolida sua imagem como operadora privada de referência no setor energético brasileiro.

Campo Peregrino volta ao portfólio ativo da Prio

A retomada do Campo Peregrino fortalece o portfólio da petroleira, que combina ativos maduros e áreas de alta produtividade. Com a operação restabelecida, a empresa busca recuperar a produção perdida e estabilizar volumes acima de 90 mil boe/dia até o fim de 2025. Além disso, a regularização da atividade reforça a confiança do mercado na capacidade técnica e regulatória da Prio.

O caso também destaca a importância da governança operacional e do compliance em segurança offshore. A ANP mantém monitoramento contínuo dos navios-plataforma e exige conformidade total com protocolos ambientais, elevando o padrão de segurança da indústria nacional. Portanto, a retomada de Peregrino simboliza a consolidação de práticas mais rigorosas no setor.

Prio retoma produção e consolida confiança no mercado

Com a Prio retomando produção em Peregrino, o setor de petróleo brasileiro vive fase de normalização e expansão. O retorno ocorre em ambiente de maior produtividade em águas profundas e avanço de operadoras privadas. Dessa forma, a empresa reforça sua posição entre os principais players independentes do país. A expectativa é de uma curva estável de extração e fortalecimento da confiança de investidores na capacidade técnica e de governança da companhia.

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