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Ataque em Washington: Trump diz que vai acabar com imigração de países de “terceiro mundo”

Donald Trump defendeu suspender a imigração de países que ele chama de “terceiro mundo” após o ataque a tiros em Washington que matou a soldado Sarah Beckstrom. O autor dos disparos, Rahmanullah Lakanwal, vivia legalmente nos EUA após chegar em 2021 pelo programa de reassentamento pós-retirada do Afeganistão. Saiba mais na matéria completa.
ataque a tiros em Washington e resposta do governo americano
Trump afirma que vai propor suspensão migratória a países de "terceiro mundo", sem citar ainda quais serão. (Foto: Alan Santos /PR)

O ataque a tiros em Washington D.C que matou a soldado Sarah Beckstrom na última quarta-feira (26/11) redefiniu o tom do debate migratório nos Estados Unidos. Dois dias depois, nesta sexta-feira (28/11), Donald Trump afirmou que pretende “pausar permanentemente” a entrada de imigrantes de países que ele descreve como “terceiro mundo”, sem indicar quais nações seriam incluídas. O anúncio ocorreu após a confirmação da morte da militar e ampliou a pressão sobre o sistema migratório, já sobrecarregado por análises em atraso.

Segundo autoridades, o atirador Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, vivia legalmente no país. Ele chegou em 2021 pelo programa de reassentamento criado após a retirada americana do Afeganistão e recebeu asilo neste ano. Trump passou a usar o caso como argumento político, atribuindo ao episódio uma falha de triagem. Uma avaliação que carece de dados públicos que comprovem erro estrutural nos procedimentos de segurança.

Saiba mais: Militares baleados em Washington gera cerco de segurança na Casa Branca

Ataque a tiros em Washington e efeitos imediatos

Após o episódio, o serviço de imigração suspendeu todos os pedidos relacionados a cidadãos afegãos, afetando famílias em etapas avançadas de análise. O governo também determinou que equipes federais priorizem verificações e revisões de processos ligados ao Afeganistão. Além disso, Trump afirmou que a evacuação de 2021 teria permitido a entrada de pessoas “sem controle”, declaração que depende de atribuição porque não há estatísticas públicas confirmando o volume mencionado.

O impacto político do ataque a tiros em Washington extrapolou o episódio individual. A partir da reação oficial, entidades especializadas apontaram que a suspensão de pedidos afegãos pressiona ainda mais um sistema que já convive com acúmulo de casos e longos prazos de avaliação; interpretação atribuída a analistas migratórios.

Revisões, deportações e diretrizes ampliadas após ataque armado em Washington

As medidas anunciadas pelo governo incluem intervenção federal, e a a revisão de asilos aprovados na gestão Biden e de green cards concedidos a cidadãos de 19 países. Além disso, o Departamento de Segurança Interna enviou equipes adicionais às maiores cidades para acelerar deportações. Dados oficiais indicam cerca de 53 mil detidos pelo ICE até 15/11, sendo que a maior parte não possui condenações criminais.

O presidente também defendeu cortes de benefícios federais a não cidadãos e afirmou que pretende desnaturalizar estrangeiros considerados risco à ordem interna. A diretriz amplia a incerteza entre imigrantes regulares, que podem enfrentar reavaliações inesperadas de documentos. Portanto, uma observação que exige atribuição por se tratar de análise externa ao governo.

Perspectivas e debate sobre nova restrição

A repercussão do atentado armado em Washington pressiona o sistema migratório a operar com mais rigor e menos margem política. Como a Casa Branca não especificou quais países seriam afetados, diplomatas e analistas apontam potenciais desgastes externos, sobretudo em nações dependentes de programas de reassentamento.

Enquanto isso, a discussão sobre verificações, admissões e limites de permanência tende a dominar a formulação das próximas ações. O ataque a tiros em Washignton não é só sobre segurança, ele tem e continuará tendo efeitos diretos sobre estrangeiros em situação legal e sobre o fluxo futuro de pedidos de imigração nos EUA.

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