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Impeachment de ministros do Supremo: AGU contesta decisão de Gilmar Mendes

A disputa sobre o impeachment de ministros do STF ganhou novos contornos com a AGU contestando a decisão do ministro Gilmar Mendes. O advogado-geral da União, Jorge Messias, defende que a prerrogativa do Senado é essencial para o equilíbrio entre os poderes. Com reações no Congresso, o tema promete agitar o cenário político, com análise final entre 12 e 19 de dezembro. Confira mais na matéria!
Advogado-geral Jorge Messias comenta pedido sobre impeachment de ministros do Supremo
Jorge Messias, da AGU, durante declaração sobre o pedido envolvendo o impeachment de ministros do Supremo. (Foto: José Cruz/EBC)

A disputa sobre o impeachment de ministros do Supremo ganhou força nesta quarta-feira (3), depois que a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Gilmar Mendes que reveja a decisão que limitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a possibilidade de apresentar pedidos desse tipo. Para a AGU, essa definição interfere no papel do Senado, que tem a responsabilidade constitucional de analisar e instaurar processos de impeachment.

No documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado-geral da União, Jorge Messias, afirma que a Constituição busca manter um equilíbrio entre os poderes. Ele diz que a independência do Judiciário deve ser preservada, mas que isso não pode anular mecanismos de controle previstos para proteger o princípio democrático. Segundo a AGU, permitir que somente a PGR faça denúncias reduziria de forma indevida o alcance do controle institucional exercido pelo Senado.

A decisão contestada surgiu após ações do partido Solidariedade e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que solicitaram ao STF a revisão de trechos da Lei do Impeachment, de 1950. Assim, a divulgação do entendimento de Gilmar Mendes gerou reação imediata no Congresso. Por isso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o Supremo estaria tentando “usurpar” competências da Casa. Além disso, ele não descartou mudanças na Constituição caso o plenário do STF mantenha essa interpretação.

O tema será analisado pelos demais ministros no plenário virtual entre 12 e 19 de dezembro. O resultado pode redefinir como o país lida com pedidos de impeachment de ministros do Supremo, afetando o equilíbrio entre Legislativo e Judiciário.

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