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Crédito para companhias aéreas destrava R$ 4 bilhões do Fnac

O crédito para companhias aéreas destrava R$ 4 bilhões do Fnac, com juros entre 6,5% e 7,5% e exigências ambientais e regionais.
Crédito para companhias aéreas impulsiona renovação de frota no Brasil
Programa de crédito para companhias aéreas conecta financiamento público, renovação de frota e exigências ambientais.

O crédito para companhias aéreas foi formalizado na segunda-feira (29/12) com a assinatura do contrato que libera R$ 4 bilhões do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). O acordo envolve o Ministério de Portos e Aeroportos e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Apesar da formalização, os primeiros pedidos devem ocorrer apenas no primeiro trimestre de 2026. O intervalo amplia a defasagem entre a autorização legislativa e a chegada efetiva dos recursos ao caixa das empresas.

Crédito para companhias aéreas: estrutura e custos

O programa reúne seis linhas de financiamento voltadas à aviação civil, incluindo compra de aeronaves produzidas no Brasil e aquisição de SAF nacional. As taxas variam entre 6,5% e 7,5% ao ano, conforme o perfil do crédito.

O Comitê Gestor do Fnac aprovará cada operação e definirá o repasse gradual ao BNDES. Além disso, o colegiado proporá o volume anual dos recursos, o que afeta previsibilidade financeira das aéreas.

Como regra, empresas que acessarem o financiamento às aéreas não poderão ampliar a distribuição de lucros durante o período de carência. O desenho busca priorizar capital de giro, renovação de frota e estrutura financeira.

Exigências ambientais e contrapartidas regionais

O acesso ao crédito para companhias aéreas também depende de compromissos ambientais. As empresas deverão adquirir SAF que gere redução adicional de emissões de CO₂ acima da meta legal, hoje de 1 ponto porcentual ao ano até 10%.

Outra exigência envolve a ampliação proporcional de voos na Amazônia Legal e no Nordeste, tomando 2024 como base. A medida conecta política de crédito a malha aérea, desenvolvimento regional e sustentabilidade.

O setor aéreo cobra acesso a empréstimos ao setor aéreo desde a pandemia. Diferentemente de outros países, as companhias brasileiras não receberam apoio direto naquele período, segundo executivos do setor.

Os atrasos pesaram nas decisões financeiras. Executivos de Azul e Gol já associaram a demora do Fnac à busca por proteção judicial no Chapter 11, diante do custo elevado de endividamento.

Crédito às empresas aéreas e o debate de risco

Após sair da recuperação judicial, o CEO da Gol, Celso Ferrer, disse buscar financiamento com custo menor, de preferência em real. Para ele, o fundo deve tratar problemas estruturais do setor.

Já Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil, avaliou que o Fnac é relevante, embora tardio. O executivo defendeu juros diferentes conforme o risco de crédito, seguindo a lógica de precificação de mercado.

No cenário atual, o crédito para companhias aéreas surge como ferramenta de reorganização financeira, mas seu impacto dependerá da velocidade de execução, do critério técnico e da disciplina fiscal do programa.

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