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Ações do agronegócio entram em 2026 sob teste de preços

As ações do agronegócio entram em 2026 sob preços pressionados. O Itaú BBA aponta vencedores, alerta para riscos em grãos e insumos e vê contraste com proteínas no curto prazo.
Ações do agronegócio em análise pelo Itaú BBA
Relatório do Itaú BBA diferencia vencedores e riscos nas ações do agronegócio para 2026. Imagem: Canva

As ações do agronegócio iniciam 2026 sob um ambiente de cautela, marcado por excesso de oferta de grãos e preços pressionados. Na quarta-feira (21/01), analistas do Itaú BBA detalharam como navegar esse cenário, destacando modelos de negócio mais protegidos da volatilidade e alertando para segmentos com margens comprimidas.

O diagnóstico parte de uma leitura clara: o investidor segue reticente com o setor após um ciclo desfavorável. Ainda assim, o banco identifica assimetrias relevantes entre empresas, com oportunidades pontuais para quem busca exposição seletiva ao agro listado na B3.

Agronegócio e a preferência por modelos diversificados

Dentro do universo de ações do agronegócio, a 3tentos aparece como a principal escolha do Itaú BBA. Segundo a equipe, o modelo operacional diversificado reduz a dependência direta da soja, fator que ajuda a atravessar períodos de preços mais baixos das commodities agrícolas.

Além disso, os analistas observam que parte dos investidores permanece subalocada em commodities. Nesse contexto, operadores eficientes tendem a funcionar como proteção relativa de portfólio caso o mercado acionário doméstico perca fôlego ao longo do próximo ano.

Empresas de grãos, terras e insumos sob pressão

Para companhias focadas em grãos e terras, como SLC Agrícola e BrasilAgro, o banco projeta um ciclo mais longo de preços deprimidos. Ainda assim, há espaço para ganhos táticos por meio da rotação de terras, sobretudo se produtores mais alavancados enfrentarem restrições de liquidez.

Já no segmento de insumos, o cenário é mais restritivo. Vittia e Boa Safra podem lidar com mais um ano de pressão sobre preços e com um mix de produtos menos favorável. A compressão das margens dos produtores limita o poder de compra e afeta a demanda por defensivos e sementes.

Ações do agronegócio e o contraste com proteínas

Entre as ações do agronegócio ligadas a proteínas, o Itaú BBA vê dinâmicas distintas. A Minerva surge como beneficiária do déficit global de oferta, embora negociações com a China sigam como ponto de atenção no médio prazo. Marfrig e JBS, por sua vez, contam com custos de ração mais baixos e spreads elevados no curto prazo.

O banco adota tom mais prudente para o segundo semestre de 2026. A normalização de gargalos e a entrada de novas capacidades podem reduzir margens. No caso da JBS, o debate do mercado se concentra no possível ingresso em índices norte-americanos, capaz de atrair fluxo passivo.

Ao final, a leitura do Itaú BBA indica que ações do agronegócio exigirão seleção rigorosa em 2026, com foco em eficiência operacional e balanços preparados para atravessar um ciclo menos favorável.

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