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Golpes no FGC acendem sinal de alerta em pagamentos após liquidações

Os golpes no FGC levaram o fundo e entidades bancárias a emitir alerta sobre fraudes em pagamentos de garantias. Saiba como identificar abordagens falsas e proteger seus dados.
Golpes no FGC em pagamentos de garantias bancárias
FGC orienta depositantes a usar apenas canais oficiais para evitar fraudes. Imagem: Canva

O golpes no FGC entraram no radar das autoridades financeiras após um alerta conjunto do Fundo Garantidor de Créditos e de entidades do setor bancário. O aviso mira tentativas de fraude associadas ao pagamento de garantias de instituições liquidadas pelo Banco Central, etapa que costuma concentrar dúvidas entre depositantes e investidores.

Segundo o comunicado, criminosos passaram a usar indevidamente o nome do FGC, de bancos e de órgãos oficiais para enganar o público. A estratégia envolve e-mails falsos, mensagens em aplicativos, sites clonados e até cobranças de taxas sob o pretexto de liberar valores devidos.

Golpes no FGC: como as fraudes operam

Os golpes no FGC se aproveitam de um ponto sensível do sistema: o momento em que clientes aguardam o ressarcimento de depósitos garantidos. Nessa fase, a expectativa por informações cria espaço para abordagens fraudulentas, muitas vezes com linguagem formal e identidade visual semelhante à de instituições legítimas.

Entre as práticas relatadas estão pedidos de dados pessoais, como CPF e senhas, além de solicitações de pagamentos antecipados. O FGC reforça que não cobra qualquer taxa para efetuar pagamentos e não solicita informações por canais informais, regra que vale para todo o processo de garantia.

Ainda de acordo com as entidades, links enviados por mensagens ou anúncios patrocinados devem ser evitados. O acesso a informações deve ocorrer apenas por canais institucionais, o que reduz a exposição a páginas falsas e aplicativos irregulares.

Segurança no ressarcimento e orientação ao público

A recomendação central é simples: diante de qualquer contato não solicitado, o depositante deve desconfiar. Em caso de dúvida, a orientação é buscar diretamente o site oficial do FGC ou os canais das instituições financeiras envolvidas, sem intermediações.

Esse reforço institucional envolve associações como ABBC, ABBI, ABDE, Acrefi, Febrabran e Zetta, o que amplia o alcance do alerta em bancos tradicionais e empresas de tecnologia financeira. A coordenação reflete a necessidade de educação financeira contínua em um ambiente cada vez mais digital.

Ao reforçar protocolos, o sistema busca reduzir perdas individuais e preservar a confiança nos mecanismos de proteção ao poupador. Nesse contexto, compreender como funcionam os golpes no FGC ajuda a bloquear tentativas de fraude antes que causem danos.

Golpes no FGC e o próximo passo do sistema

O aumento de alertas indica que o tema seguirá no radar das autoridades. Com mais processos digitais, a tendência é intensificar campanhas de informação e aprimorar canais oficiais. Para o investidor, a regra permanece clara: informação verificada é a principal defesa contra golpes no FGC.

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